OldPony patrocinará Campeão Brasileiro de Barismo no Mundial

OldPony patrocinará Campeão Brasileiro de Barismo no Mundial

Você já ouviu falar do Campeonato Mundial de Baristas?

Esse campeonato reúne os campeões de cada país anualmente para concorrerem ao título mundial entre várias categorias de barismo.

Esse ano, a OldPony patrocionará o campeão brasileiro de 2019 na categoria Coffee in Good Spirits o Gabriel Guimarães que irá ao Mundial desse ano a ser realizado em Berlim na Alemanha entre os dias 06 e 08 de Junho, competindo com um drink que tem como base o nosso hidromel Oakenshield.

Loucos para saber um pouco mais? Acompanhem nossas mídias quem breve traremos informações!

Quer saber um pouco mais sobre o campeonato? Acesse:

Boa sorte Gabriel!!!

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Odin me Ajude #004 – Economistas aprendendo com abelhas!

Odin me Ajude #004 – Economistas aprendendo com abelhas!


E no episódio de hoje vamos entender o que as abelhas podem ensinar aos economistas sobre o funcionamento dos mercados. Pouca gente sabe, mas economistas adoram abelhas – ou pelo menos a ideia em torno delas. Não por acaso, o inseto ilustra o logotipo da Royal Economic Society, associação britânica que reúne profissionais do setor.
Aqui, tudo que você precisa saber para começar sua jornada com o hidromel.

Com narração de Fabio Camatari, este foi mais um episódio do podcast Odin me Ajude! Toda primeira e terceira quinta-feira de cada mês, um episódio estupidamente gelado esperando para ser degustado por você!
Se você gostou deste episódio, continue conosco! Vamos apresentar informações, receitas, papo de boteco (ou de taverna…) e afins sobre o universo do hidromel. Aproveite e apresente este episódio para um amigo!
Este podcast é um oferecimento da hidromelaria OldPony, acesse oldpony.com.br, conheça nosso site e nossa loja on-line, claro, se você for maior de 18 anos! E que Odin nos ajude!

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Lançamento oficial da linha de Braggots da OldPony

Lançamento oficial da linha de Braggots da OldPony

No último dia 03/05/19 lançamos oficialmente nossa linha de braggots para o mercado nacional. O lugar, tinha que ser na nossa cidade e no espaço que nos abriu as portas desde o começo. Foi emocionante ver a aceitação e empolgação do pessoal com os produtos. Novos tempos estão surgindo e a OldPony cada vez mais presente e consolidada no mercado hidromeleiro e, agora, também no cervejeiro!

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O retorno de um antigo e doce sabor

O retorno de um antigo e doce sabor

O retorno de um antigo e doce sabor. Onde quer que você esteja, provavelmente já viu algum personagem engolir uma bebida de um chifre.

O mel fermentado remonta cerca de 8.000 anos atrás, mas o hidromel se tornaria popularizado pelas culturas antigas, como os gregos e os romanos. Mais notavelmente, os Vikings bebiam hidromel antes, durante e depois da batalha. O hidromel desempenha um papel vital na narrativa da mitologia nórdica, enquanto também se torna a bebida de nobres na Etiópia, Polônia e Rússia.

Mas com a ascensão da cerveja e destilados, o hidromel começou a cair de moda nos anos 1700 e nunca havia feito um retorno mundial.

Até agora.

 

O retorno de um antigo e doce sabor: Uma garrafa e taça de hidromel a luz do sol

Mead é a bebida das culturas antigas e está retornando à sua antiga glória.

Hoje, estão surgindo hidromelarias em todo o país, desde a All-Wise Meadery de Dylan Sprouse até Louisville, no Hive and Barrel de Ky. Há uma camaradagem entre os produtores, que compartilham receitas, segredos e dicas para ajudar a trazer o hidromel de volta à sua antiga glória.

Uma das vozes mais proeminentes desse retorno é Jason Phelps, que elevou sua paixão ao iniciar o Ancient Fire Mead & Cider em Manchester, N.H. Ele acredita que o renascimento do hidromel está apenas começando.

 

O retorno de um antigo e doce sabor: Jason e Margot Phelps fundaram a Ancient Fire Mead & Cider em 2017

Jason e Margot Phelps fundaram a Ancient Fire Mead & Cider em 2017.

O hidromel é esta linda bebida totalmente sustentável. O que você acha do retorno do hidromel?

Eu acredito que o ressurgimento do hidromel está sendo impulsionado por uma mudança de gostos. A indústria tradicional do vinho tem ignorado a mudança para o gosto por bebidas doces e ou uso direto de frutas, especiarias e outros sabores. A indústria da cerveja artesanal, por outro lado, adotou essas mudanças. Há uma verdadeira corrida armamentista de sabor, e assim como a cerveja artesanal, o hidromel artesanal pode atingir esse alvo durante todo o dia. O hidromel é o “que mais pode entregar essa experiência” e tem uma forte associação com as cervejas.

O que é hidromel?

Nos fazem muita essa pergunta em nossa tap-room. Muitas pessoas sabem que tem algo a ver com o mel, mas nem sempre sabem exatamente o quê.

Hidromel é uma bebida feita através da fermentação de mel. A partir daí muitas coisas podem ser verdadeiras, e isso apenas porque muitos sabores e aromas diferentes podem fazer parte do produto acabado.

Hidromeis com frutas, especiarias, ervas e lúpulos são comuns, e muitos usam mais de uma ou todas essas coisas para produzir resultados interessantes e deliciosos.

O hidromel pode ser comparado a outra bebida?

Os hidromeis mais fortes definitivamente precisam de uma comparação diferente, e é aí que os vinhos tradicionais, e mais ainda, de sobremesa se encaixam. Os hidromeis com mais álcool, mais corpo/viscosidade e mais açúcar/acidez definitivamente têm muito mais complexidade. Assim como um copo de vinho complexo como uma colheita tardia Riesling ou Vidal Ice Wine.

Qual é a sua variante favorita de hidromel?

Os de ABV inferior, carbonatados que me chamaram a atenção nos últimos 5 anos, me incentivaram a criar o meu e lançar esse formato comercialmente. Ser capaz de ter um litro de hidromel como sidra ou cerveja é vital para a instalação de hidromel como uma opção diária. Eu amo este estilo de hidromel quando é bem feito, porque pode ser tão fresco e refrescante. Desfrutar de hidromel como este com amigos em qualquer situação definitivamente eleva a ocasião.

Os tradicionais, aqueles com apenas mel, água, levedura/nutrientes, também são outro ponto realmente interessante no espectro de prazeres de hidromel. Permitir que o mel faça a conversa é realmente o cerne de uma celebração.

Dylan Sprouse também abriu uma loja de conveniência. E isso parece ser uma verdadeira paixão dele. Você acha que ter uma celebridade de grande nome conectada ao hidromel ajuda?

Eu acho que mal não faz, mas o fato de que qualquer pessoa abrir uma loja realmente faz alguma coisa para a indústria? Sim e não. Dependerá do que exatamente essa mercadoria e sua propriedade fazem, e menos somente de quem as pessoas poderiam ter sido em uma vida passada. Com base no que tenho visto, Sprouse e All-Wise Meadery estão apaixonadamente compartilhando sua história e o amor pelo hidromel. Assim, a imprensa que recebem deve, presumivelmente, aumentar a consciência do hidromel. Eles podem ter grandes planos (sim, eu fui lá) que fariam um grande barulho na indústria de hidromel? Sim eles poderiam. Mas nós também…

Digamos que alguém é um novato, por onde começar?

O Meridan Hive, de Austin Texas, produz alguns deliciosos hidromeis que são um ótimo ponto de referência. Tente Haven, um hidromel de pêssego e gengibre.

Chegando a Horn Meadery em Milton, produz hidromeis que abrangem uma incrível variedade de sabores e texturas. Experimente o Kiss da Freya, um hidromel tradicional semi-doce.

A Sap House Meadery em Ossipee, trabalha com uma forrageira para obter ingredientes interessantes e hidromeis experimentais. Eles também usam muito mel local, xarope de bordo e frutas para criar uma linha de deliciosos hidromeis. Experimente o Honeyberry, um hidromel feito com amoras negras, uma fruta que a maioria das pessoas nunca provou!

O hidromel também é muito popular para a produção caseira. É mais fácil fazer do que cerveja? Você recomenda que as pessoas façam isso em casa?

O hidromel não é mais fácil de fazer do que a cerveja, mas o esforço inicial de cada lote é um pouco menos intenso. Isso é tipicamente compensado nas atividades de gerenciamento de fermentação que geralmente são mais extensas para o hidromel.

Fazer hidromel e cerveja, sidra ou vinho em casa pode ser uma atividade muito gratificante. Foi assim que comecei em 2003, e continuar com isso é uma parte fundamental da minha jornada para ser um produtor comercial. As pessoas que são curiosas devem experimentá-lo, mas é preciso entender que há muita limpeza e saneamento envolvidos. E para algumas pessoas é muito tempo na cozinha.

Qualquer coisa que você gostaria de adicionar?

Mel. É o começo e a chave para o hidromel. Nós oferecemos uma degustação de mel durante algumas horas na abertura do bar para que os clientes possam aprender mais sobre a diversidade do mel. Tem sido uma incrível ferramenta de ensino.

A maioria das pessoas normalmente não sabe nada sobre o mel, a não ser nos potes de ursos que vêem nos supermercados ou nos mercados. Apenas observando os méis locais, podemos encontrar uma enorme variedade de expressão floral, diversidade de cores e diferentes níveis de doçura aparente. Em seguida, adicionamos alguns dos méis que adquirimos nos EUA. Esta é uma grande surpresa para os visitantes. Em última análise, pedimos a eles que considerem o que isso tudo pode significar para extrair bebidas deles.

Autor: Fred Minnick

Tradução: Alexandre A. Peligrini

Fonte: https://www.forbes.com/sites/fredminnick/2018/11/28/mead-the-return-of-the-sweet-ancient-flavor/#6bffd0c71967

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O que as abelhas podem ensinar aos economistas sobre o funcionamento dos mercados

O que as abelhas podem ensinar aos economistas sobre o funcionamento dos mercados

O que as abelhas podem ensinar aos economistas sobre o funcionamento dos mercados. Pouca gente sabe, mas economistas adoram abelhas – ou pelo menos a ideia em torno delas. Não por acaso, o inseto ilustra o logotipo da Royal Economic Society, associação britânica que reúne profissionais do setor.

A Fábula das Abelhas, publicado por Bernard Mandeville no começo do século 18, usa o bichinho como metáfora para o funcionamento da economia – e antecipa conceitos modernos como a divisão do trabalho e a “mão invisível” do mercado.

Mais de 200 anos depois, quando um futuro ganhador do prêmio Nobel de Economia, James Meade, procurava um exemplo paupável para ilustrar um conceito complexo da teoria econômica, ele se voltou às abelhas em busca de inspiração.

Ele queria explicar o que economistas chamam de “externalidades positivas” – efeitos colaterais benéficos de determinados arranjos que mercados sem regulação não produziriam o suficiente e que, portanto, poderiam ser objeto de subsídio por parte do Estado.

Para Meade, o exemplo perfeito de externalidade positiva era a relação entre maçãs e abelhas.

Pomares e apiários

Imagine, escreveu em 1952 o economista, uma região que reunisse pomares e apiários. Se aqueles que cultivavam maçãs plantassem mais árvores, os apicultores se beneficiariam, porque suas abelhas produziriam mais mel.

Mas os produtores de macieiras, por sua vez, não compartilhariam desses benefícios – as externalidades positivas – e, por isso, talvez não plantassem o suficiente para que todos tivessem um aproveitamento ótimo da situação.

Isso se deve, de acordo com Meade, “ao simples e único fato de que o agricultor não pode cobrar o apicultor por estar contribuindo para a nutrição das abelhas”.

Mas há um porém na tese – o economista escolheu a planta errada. A flor da macieira não está entre as que mais estimulam a produção de mel. E essa era uma de muitas coisas que James Meade não sabia sobre as abelhas.

Para entender seu erro fundamental, precisamos recorrer à história da relação entre os humanos e esses insetos.

‘Nunca mate uma abelha’

No começo de tudo, não existia apicultor – só a coleta de mel, a tentativa de roubar as colmeias de abelhas selvagens. Esses são episódios que encontramos retratados em pinturas rupestres.

Então, pelo menos 5.000 anos atrás, a atividade foi “formalizada”.

Getty Images: As abelhas tinham significado religioso e espiritual importante no Egito Antigo

Na Idade Média, os apicultores passaram a usar cestos como colmeias sintéticas, mas o problema com os cestos-colmeia era que, para tirar o mel, era preciso se livrar das abelhas – assim, muitas vezes, os apicultores sufocavam os insetos com fumaça sulfurosa, extraíam o mel e depois se preocupavam com a construção da próxima colônia.

Na década de 1830, um movimento pelos direitos das abelhas emergiu nos Estados Unidos sob o lema “nunca mate uma abelha”.

Em 1852, por sua vez, o escritório americano de patentes concedeu a patente número 9300A ao sacerdote Lorenzo Langstroth pela invenção de uma colmeia com moldura removível.

Science Photo Library: Lorenzo Langstroth com a colmeia que desenhou

A colmeia de Langstroth é uma caixa de madeira com uma abertura na parte superior e molduras móveis, cuidadosamente separadas uma da outra pelo intervalo mágico de 8 milímetros de “espaço abelha” – qualquer coisa maior ou menor que isso faz com que os insetos construam suas próprias estruturas nas molduras e dificultem a extração do mel.

Os favos são retirados com facilidade e colhidos por uma centrífuga que gira e expele a parte líquida, filtrando o mel.

Industrialização e vida real

Com esse aparelho, uma maravilha do design e da eficiência, a nova colmeia permitiu a “industrialização da abelha”. E foi essa industrialização que escapou a James Meade. A abelha melífera é um animal cuidadosamente domesticado.

Com as colmeias de Langstroth, as abelhas se tornaram portáteis. A partir de então, nada impedia que produtores rurais chegassem a um acordo financeiro com apicultores para que eles pudessem posicionar as colmeias no meio da plantação.

Algumas décadas depois do exemplo famoso de James Meade, outro economista, Steven Cheung, ficou curioso sobre o assunto e fez algo que nós economistas talvez não façamos o suficiente: ele chamou pessoas do “mundo real” e perguntou a elas o que de fato acontecia.

E descobriu que, com frequência, eram os produtores de maçã que pagavam aos apicultores pela polinização de suas plantações.

Maçãs e abelhas não são, portanto, bons exemplos de externalidades positivas, já que a interação entre elas cria de forma natural um mercado – e grande.

Atualmente, seu centro de gravidade é a indústria de amêndoa da Califórnia. A oleaginosa ocupa quase 4 mil km² do Estado – e movimenta cerca de US$ 5 bilhões por ano. As amendoeiras precisam de abelhas – mais precisamente de 5 colônias por hectare, alugadas por cerca de US$ 185 cada uma.

Getty Images: As abelhas têm um papel central na indústria amendoeira da Califórnia

Os números impressionam: 85% dos 2 milhões de colmeias comerciais existentes nos EUA são deslocados e, com eles, dezenas de bilhões de abelhas.

Dilema das abelhas selvagens

O prêmio Nobel de Economia James Meade estava equivocado ao imaginar a apicultura como uma espécie de idílio rural. As abelhas foram quase completamente industrializadas e a polinização, amplamente comercializada.

E isso nos coloca diante de um dilema.

Ecologistas estão preocupados com a população de abelhas selvagens, que estão em franco declínio em diversas partes do mundo.

Getty Images: A queda na população de abelhas selvagens tem sido atribuída por alguns especialistas ao amplo uso de pesticidas na agricultura

Ninguém sabe ao certo o porquê. Entre motivos aventados estão parasitas, o uso de pesticidas na agricultura e o misterioso “distúrbio do colapso das colônias”, em que as abelhas simplesmente desaparecem e deixam a rainha para trás.

Como as abelhas domesticadas enfrentam as mesmas pressões, entraria em cena um princípio econômico simples – uma redução da oferta de abelhas acabaria pressionando os preços dos serviços de polinização.

Mas não é isso que os economistas estão vendo.

O distúrbio do colapso das colônias tem tido efeito mínimo, considerando-se diversas métricas, sobre o mercado de abelhas. Produtores estão pagando basicamente a mesma coisa pela polinização, e os preços de novas rainhas praticamente não se mexeram.

O que as abelhas podem ensinar aos economistas sobre o funcionamento dos mercados: Abelhas Rainhas reproduzidas em cativeiro

Getty Images: As abelhas-rainhas são peça importante na indústria do mel

Aparentemente, apicultores industriais conseguiram desenvolver estratégias para manter a estabilidade das populações usadas no negócio, seja comercializando e reproduzindo em cativeiro abelhas-rainhas ou dividindo colônias.

O impulso da Economia

É por isso que não há redução na oferta de mel – ou de amêndoas, maçãs ou blueberries. Pelo menos até agora.

Deveríamos comemorar a ação de incentivos econômicos na preservação de parte da população de abelhas? Talvez.

Outra perspectiva é a de que o impulso da economia moderna de controlar e monetizar o mundo natural é justamente o que causou o problema.

Antes de a agricultura monocultora mudar ecossistemas, não havia a necessidade de levar as colmeias de Langstroth de um lado a outro para polinizar plantações – populações locais de insetos faziam o trabalho de graça.

Então, se quisermos um exemplo de externalidade positiva – algo que o mercado não regulado não produzirá na quantidade que a sociedade desejaria – talvez devêssemos olhar para um uso da terra que contribuísse para a proliferação de abelhas selvagens e de outros insetos.

Campos de flores selvagens, talvez – e alguns governos já estão subsidiando esse tipo de iniciativa, assim como James Meade os aconselharia.

Autor: Tim Harford

Tradução: BBC Brasil

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/geral-47848109?fbclid=IwAR2QZS6E1tvzhlDruFvkiVWk5hJrNlq45OAtBLYgvzjLrDq-JvbvG9iApwk

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Odin me Ajude #003 – 10 Coisas que você não sabia sobre o Hidromel

Odin me Ajude #003 – 10 Coisas que você não sabia sobre o Hidromel

E no episódio de hoje vamos listar 10 Coisas que você provavelmente não sabia sobre o Hidromel, e talvez não tenha para quem perguntar! Sim, todo mundo gosta de uma lista e esta aqui não poderia ser deixada de fora!
Aqui, tudo que você precisa saber para começar sua jornada com o hidromel.

Com narração de Fabio Camatari, este foi mais um episódio do podcast Odin me Ajude! Toda primeira e terceira quinta-feira de cada mês, um episódio estupidamente gelado esperando para ser degustado por você!
Se você gostou deste episódio, continue conosco! Vamos apresentar informações, receitas, papo de boteco (ou de taverna…) e afins sobre o universo do hidromel. Aproveite e apresente este episódio para um amigo!
Este podcast é um oferecimento da hidromelaria OldPony, acesse oldpony.com.br, conheça nosso site e nossa loja on-line, claro, se você for maior de 18 anos! E que Odin nos ajude!

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Como a bebida mais antiga do mundo está finalmente se tornando legal?

Como a bebida mais antiga do mundo está finalmente se tornando legal?

Como a bebida mais antiga do mundo está finalmente se tornando legal? Quase todas as civilizações da Terra descobriram como fermentar o mel em algum momento ou outro, muito antes da cerveja ou do vinho. Com esse legado, abrangendo nosso planeta e sua história, você pensaria que seria um pouco respeitado. No mínimo, você imaginaria que as pessoas saberiam um pouco mais sobre isso.

No entanto, quando a maioria de nós considera o hidromel, nós apenas imaginamos cortesãos renascentistas cheios de babados, ou vikings com capacetes pontudos, ou homens de shorts berrando, “m’lady”. Muitas peças comerciais invocam esses tropos porque são a maneira mais fácil de contextualizar, mas os clichês são mais do que um pouco enganosos sobre a história da bebida.

Você provavelmente não está imaginando um jarro chinês neolítico de 9.000 anos de idade, por exemplo, quando você ouve a palavra; Romanos do século I que escreviam receitas que pedem água da chuva; ou hidromel medicinal no País de Gales do século XIII; ou a antiga e contínua tradição de hidromel na Etiópia, baseada no Tej, a bebida nacional do país.

Nos Estados Unidos, o hidromel era algo para se provar na estranha feira renascentista. Não mais. Dez anos atrás, havia cerca de 150 hidromelarias nos EUA. Hoje, são cerca de 500, mais 200, aguardando a aprovação da licença federal.

Presença se consolidando em diversos pontos de vendas

Embora mais pessoas estejam fazendo a bebida, ainda é estranhamente difícil encontrar em bares e mercearias. Mas graças a uma comunidade dedicada de seguidores leais ao hidromel, isso está começando a mudar. Logo, “pegar um copo de hidromel” poderia sair da boca tão naturalmente e facilmente quanto “um copo de vinho” ou “uma cerveja”. Na verdade, a bebida mais velha do mundo pode finalmente ser legal.

Como a bebida mais antiga do mundo está finalmente se tornando legal: Socios da Enlaighment Meadery

Enlightenment Wines Meadery | Cole Saladino/Thrillist

Como inúmeras mães explicam aos seus adolescentes todas as manhãs, há muitos tipos de coisas legais. Uma delas é endêmica para no Brooklyn, que é o local da primeira adega de Nova York e um ambiente ideal para aproveitar o potencial do hidromel como uma alternativa de cerveja e vinho natural, local, sem glúten e diferente.

Pelo menos é assim que é apresentado por Raphael Lyon, o mazer (criador de hidromel) da Enlightenment Wines Meadery e sua sala de degustação e bar de coquetéis, Honey’s. Fred Minnick, em seu livro Mead: The Libations, Legends e Lore of Oldest Drink, descreve um mazer como “parte historiador, parte especialista em mel e guru da fermentação”. Lyon é certamente tudo isso.

O vinho de mel é hidromel, sim, mas o hidromel não é apenas vinho de mel: Muitas vezes o mel facilita a co-fermentação entre outros ingredientes como maçãs, cerejas, lavanda, etc. Você pode usar quase todos os ingredientes fermentáveis ​​em qualquer combinação.

O lote que você recebe hoje não é o mesmo que você receberá amanhã.

Lyon identificou o que ele considera “a coisa mais excitante” sobre o hidromel durante uma visita à última primavera da Honey´s: “Quando as pessoas vêm o vinho de uva, muitas vezes o classificam de acordo com o que lhes disseram que deveria ter gosto. Estou tentando dar-lhe algo que não pode existir, exceto aqui. Estamos tentando fazer algo que você nunca teve antes”.

Enquanto as comunidades online procuram por receitas mais estranhas (hidromel de algas marinhas, qualquer um?), O cardápio do Honey’s evita tais combinações, e o paladar tende a ser seco ao invés de doce. “Muitas pessoas pensam que o hidromel vai ser doce porque é feito de mel”, explicou Lyon. “Mas cerveja e uvas são doces também, antes de você fermentá-las”.

Como a bebida mais antiga do mundo está finalmente se tornando legal: Mazer preparando um mosto de hidromel

Enlightenment Wines Meadery | Cole Saladino/Thrillist

O co-fundador do Lyon, Arley Marks, enfatizou que os méis aqui, assim como os outros ingredientes, são adquiridos localmente. Esse é um ponto importante para essa marca em particular – mas também uma maneira do setor encontrar seu nicho em uma América que cada vez mais valoriza o abastecimento local. Em vez de fetichizar uma determinada variedade de uva ou região, os mazers historicamente usaram apenas os melhores ingredientes ao seu redor.

A Etiópia desenvolveu a bebida misturando mel com gesho, um arbusto e agente amargo, porque o gesho cresce na Etiópia. Se você tivesse uma cerejeira em seu quintal centenas de anos atrás, deixaria cair aquelas cerejas no seu hidromel. Muitos contemporâneos mazers seguem o exemplo.

A força está na matéria-prima

“Nova York produz muito bom mel, nós produzimos cerejas realmente boas”, assinalou Marks. “Nós não necessariamente produzimos uvas realmente boas”.

Minnick também enfatiza em seu livro que o mel tem “verdadeiro terroir” – os sabores que surgem do contexto ambiental de um vinho. O mel aqui não tem gosto de mel de 200 milhas de distância, mesmo que seja da mesma flor. Se você está provando hidromel de uma hidromelaria local, como muitos são, é o que importa.

“Essa é a beleza e a dor de cabeça do mel”, escreve Minnick. “O lote que você recebe hoje não é o mesmo que você receberá amanhã. Talvez seja por isso que os fabricantes de álcool do século 19 passaram a fabricar cervejas e vinhos – o mel não era consistente”.

Hoje, você pode obter mel mais consistente, mais barato e produzido em massa, mas isso pode significar abrir mão das qualidades que tornam a bebida tão atraente. Essa força do hidromel pode ser uma fraqueza em escala.

Se um hidromel é feito com bom mel, no entanto, toda a riqueza das flores está presente sem o brilho da doçura. Se você está bebendo Enlightenment Wines, por exemplo, basicamente bebe Nova York.

E há uma audiência crescente para isso.

Qual o perfil dos consumidores de hidromel?

Aqui está a descrição do próprio Lyon sobre a clientela de Honey: “Eles não querem se embriagar muito rápido, e eles não estão tentando se exibir, e não querem beber cerveja, então o que você tem? Muita das pessoas são alérgicas ao vinho, são alérgicas ao glúten, são todos nossos clientes, são jovens, são muito fashionistas, muitos artistas, muita gente criativa”.

Lyon vê a Honey como um lugar para educar tanto quanto um lugar para servir seu produto. Isso pode significar corrigir um registro histórico que ele considera excludente, por mais que isso signifique mostrar às pessoas que o hidromel pode ser delicioso e sutil, e não o que elas esperam.

Como a bebida mais antiga do mundo está finalmente se tornando legal: Dylan Sprose com uma taça de seu hidromel

Dylan Sprouse and his meadery All-Wise | Katie June Burton

Enquanto muitas pessoas não vão visitar um pequeno bar natural cheio de luz em Bushwick para aprender sobre hidromel, eles podem fazê-lo pelo Instagram. Por exemplo, o Instagram de Dylan Sprouse, também conhecido como Zack da sitcom da Disney The Suite Life of Zack e Cody. Sprouse também é o fundador da All-Wise, uma loja de conveniência também localizada no Brooklyn.

A partir do ponto de vista de Sprouse como uma celebridade atraente com longos cabelos loiros, o maior obstáculo do hidromel ao sucesso do mainstream é superar seu problema de imagem. “Eu acho que o marketing é uma besteira até agora”, ele me disse ao telefone da China, onde estava filmando.

Desafios de marketing

Sprouse diz que o hidromel ainda é visto como um “álcool marginal”, e os potenciais clientes associam-no a uma masculinidade antiquada. Uma das marcas mais bem-sucedidas do hidromel é a Viking Blod, que negocia com essa associação, mas é improvável que ela faça o hidromel ser a próxima sidra.

Como um ex-astro infantil – Dylan e seu irmão gêmeo Cole, que interpretou Cody, foram os dois mais bem pagos de todos os tempos -, Sprouse presumivelmente tinha muitas opções para passar sua vida adulta. No entanto, ele decidiu abrir o All-Wise. Eles inauguraram no verão passado, a poucos quilômetros de Honey.

Sprouse me disse que o hidromel “tem esse tipo de vibe / motivo estranho que muitas pessoas tentam produzir e vender”, mas ele não acha que é a sua força.

Aqui está outra maneira de pensar sobre isso: Quando você bebe rosé? O dia todo. Com o que você faz uma social? Cerveja barata. Com o que você brinda em um casamento? Champagne (ou algo borbulhante que os esnobes de Champagne não permitem que você chame Champagne). Então, quando você bebe hidromel?

“Eu acho que é para pessoas que querem beber algo mais do que cerveja, isso é uma espécie de substituto para o vinho que fica em algum lugar no meio, certo?” diz Sprouse. Uma comparação natural é a sidra, que passou da periferia para o mainstream nos últimos 15 anos, mas a sidra é mais imediatamente compreensível, tanto para os clientes quanto para os fabricantes.

Desafios a serem superados

Ele pode não ter as respostas ainda, mas bebendo e fazendo hidromel, Sprouse está alterando sua imagem. E isso não é nada. Talvez o Instagram possa fazer pelo hidromel o que ele fez pelo rosé. Se seus 6,8 milhões de seguidores no Instagram perceberem que ele está fazendo hidromel no Instagram, talvez eles fiquem curiosos e experimentem por si mesmos.

Como a bebida mais antiga do mundo está finalmente se tornando legal: Sprouse brincando com seu cachorro

Sprouse, All-Wise mead in hand | Katie June Burton

Mesmo que o hidromel tenha seu brilho, existem problemas além da imagem a serem confrontados. O maior deles? Preço.

“Nossos ingredientes são automaticamente muito mais caros do que qualquer outra bebida”, lamentou Sprouse. “Querido não é brincadeira. Custa muito dinheiro”.

Uma garrafa de All-Wise custa US $ 30. Um da Enlightenment Wines Meadery vale entre US $ 25 e US $ 60. Algumas marcas são vendidas por US $ 20. Por outro lado, você pode comprar um cabernet decente ou riesling por US $ 10. As empresas podem reduzir esses custos com o mel mais barato, mas, novamente, arriscam a perder a coisa que torna o hidromel atraente.

Também não há muito precedente para os consumidores pegarem espontaneamente uma garrafa na loja. Mesmo nos Estados Unidos, muitos tentam pela primeira vez quando eles ou um membro da família o fazem. Isto é, em parte, porque até recentemente não havia muitas opções ótimas, mas também porque, seja na Etiópia ou na Inglaterra, o local do hidromel tem sido tradicionalmente o lar.

Uma bebida pra aproveitar com a família

Foi assim que Sprouse chegou aos 16 anos, quando era uma maneira fácil de se embebedar. O hidromel é frequentemente recomendado para iniciantes, porque, como ele diz, é “difícil de foder”. Seu interesse também é cultural: Sprouse se identifica como um pagão, um ramo do paganismo nórdico (e uma história para outro momento). O ponto é que ele continuou fazendo mais.

“Você desenvolve esse gosto e amor nostálgico por isso”, ele me disse. “Mas então você vai comprar um álcool similar, e descobre que não há muitas opções, porque os cervejeiros acabam mudando a escala de hidromel para cerveja e abrindo cervejarias profissionais. Poucas pessoas realmente aderem ao hidromel. Então, para mim, fiquei meio intrigado que não houvesse muitos locais onde eu pudesse encontrar essa bebida que eu amava”.

Como a bebida mais antiga do mundo está finalmente se tornando legal: Socios confraternizando na adega

Enlightenment Wines Meadery | Cole Saladino/Thrillist

Famílias americanas não são conhecidas por passar receitas de hidromel, então aprender nesse país significava ir à biblioteca e cruzar os dedos – isto é, até que a internet acontecesse, e trouxe consigo uma versão moderna e virtual da cultura comunal do hidromel.

É difícil imaginar a existência da comunidade online sem Vicky Rowe, que uma vez foi descrita para mim como “a mãe do hidromel”. Mais títulos oficiais incluem o diretor executivo da American Mead Makers Association (AMMA) e fundador do GotMead.com, um site que começou como notas pessoais de Rowe e se transformou no maior compêndio de conhecimento de hidromel na internet.

A popularização da bebida

“É a mesma coisa que está acontecendo”, Rowe me disse ao telefone, “temos ferramentas melhores do que pergaminho e penas agora”.

A AMMA, fundada há apenas cinco anos e liderada por Rowe, representa tanto o lado caseiro da bebida quanto o lado comercial. Embora o hidromel possa nunca ter escala no nível da Budweiser, a AMMA está supervisionando um salto em toda a indústria semelhante ao da homebrewing para craftbrewing.

Mas quando você faz cerveja, você está pegando o que tem sido um produto industrial e fabricando cerveja em casa. O hidromel está tomando o caminho oposto. Fazer hidromel em escala significa tomar uma bebida caseira e folclórica e transformá-la em um produto industrial. E mesmo depois de milhares de anos, a bebida não se solidificou em algo que uma equipe de marketing poderia facilmente resumir e vender. Como Rowe coloca, o hidromel é “o Velho Oeste das bebidas alcoólicas artesanais”.

Sprouse expressa isso de outra forma: “Hidromel é variável. Todo mundo está lutando para ver como deve ser melhor servido”.

Isso é inspirador do ponto de vista do fabricante, mas também é emocionante no lado do consumidor. O que o hidromel não pode parecer?

Popularização na internet

The Got Mead? O grupo do Facebook tem 5.000 membros e o grupo Mead no Facebook tem cerca de 10.000 membros, constantemente trocando receitas e aconselhando uns aos outros sobre os melhores pontos de fermentação. Os lotes variam do prático ao selvagem, do ameixa ao hidromel de tabaco. Com competições e encontros, há uma real sobreposição com a indústria da cerveja artesanal, e o hidromel é mais inteligível do ponto de vista da cerveja do que da perspectiva do vinho (pode até ser combinado com cerveja em uma bebida chamada braggot). Sua cultura tem uma abordagem similarmente democrática e exploratória.

No entanto, para a Mead continuar expandindo, provavelmente terá que cortejar tanto a multidão de cervejeiros quanto a clientela do vinho, mas oferecendo-lhes algo diferente de qualquer um deles.

Como a bebida mais antiga do mundo está finalmente se tornando legal: homem analisando a anatomia da abelha

Enlightenment Wines Meadery | Cole Saladino/Thrillist

Atualmente, o governo dos EUA não reconhece as variedades do hidromel. Seja feito com blueberries ou gesho, é tratado como um amplo vinho de mel. Jim Vaughan, gerente nacional de vendas da Chaucer’s Cellars, uma marca de hidromel da Califórnia, explicou que a maioria das lojas nem sabe em qual seção colocá-lo. Às vezes, é no corredor de cervejas artesanais, outras vezes, no corredor do vinho. Muitas vezes, não está lá.

Mas isso está mudando.

Categoria própria?

A Chaucer, que lançou seu primeiro lote há mais de 50 anos, vem servindo ao americano há mais tempo do que ninguém. Como a cultura Renascentista floresceu, a vinícola estava lá para satisfazer suas exigências extravagantes – e mais ou menos aconteceu em dominar o mercado que havia para dominar.

Quando falei ao telefone com Vaughan, ele relembrou que, enquanto viajava pelo país nos primórdios de Chaucer, “o perfil do cliente de hidromel era de pessoas que frequentavam a Feira Renascentista, pessoas da nova era do solstício, hippies”. Então, no início dos anos 90, ele começou a “se deparar com a primeira geração dos geeks da cerveja, e todos eles sabiam sobre hidromel, contra a multidão de vinhos”.

À medida que a cultura do artesanal floresceu e nos tornamos mais abertos a novas bebidas – considere a transformação da sidra para alternativa a cerveja e ao vinho – e Game of Thrones e Harry Potter deram voz ao hidromel, Chaucer descobriu que não é mais o único hidromel da cidade.

“Perdemos vários eventos”, disse Vaughan. “Não é como se eles não gostassem do Chaucer ou não gostassem do preço – mas eles queriam ir para o local. Não importa se eu estou na Pensilvânia ou no Missouri, eles dizem: ‘Oh, nós temos o nosso hidromel local”. “Nós gostamos disso porque isso ajuda a torná-lo uma categoria”.

Crescimento irrefreável

Então, as coisas estão mudando, e talvez o crescimento da indústria esteja evoluindo para algo mais consistente.

“Na verdade, eu vejo o sucesso do hidromel sendo muito multiplicado”, Sprouse respondeu quando perguntei se o hidromel poderia ser popular. “Por enquanto, vai surgir em muitos lugares de muitas maneiras estranhas. E então, provavelmente, um ou dois desses lugares vão dar certo e então o resto do mundo fará o mesmo”.

O hidromel pode parecer um pouco diferente em todos os lugares, como sempre foi. Esse espírito comunal pode escalar, e assim como há uma cervejaria artesanal e uma sidra no em cada cidade da América, cada vez mais haverá um mercado para o hidromel. Em Michigan, a B. Nektar, uma das maiores marcas de hidromel do país, usará rótulos extravagantes e reflexos experimentais para integrar-se à cena da cerveja artesanal – enquanto no Brooklyn, mazers como Raphael Lyon se apoiarão no movimento do vinho natural e enfatizarão a vibração natural e mais moderna do vinho de mel.

“O que estamos fazendo é, literalmente, tentar fazer o maior hidromel do mundo”, Lyon me disse enquanto eu tentava o meu primeiro copo. Ele acrescentou: “Estamos tentando descobrir o que é isso”.

Autor: James Chrisman

Tradução: Alexandre A. Peligrini

Fonte: https://www.thrillist.com/drink/nation/mead-trend-meadery-honey-wine

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O hidromel está crescendo em popularidade e estilos

O hidromel está crescendo em popularidade e estilos

O hidromel está crescendo em popularidade e estilos. Meu laptop não reconhece a palavra “meadery”. Nem minha amiga Donna, que com seu parceiro Scott está nos hospedando por alguns dias em Prescott, Arizona.

Enquanto nos sentamos em banquetas na escurecida Superstition Meadery. No piso inferior de um prédio histórico reformado na praça do centro de Prescott, Donna confessa. Ela achava que estávamos falando de um “meatery” – você sabe, “um lugar onde eles vendem grandes pedaços de carne”.

Para os desinformados – e aparentemente há muitos de nós, embora o número esteja diminuindo – o hidromel está crescendo em popularidade.

“É a mais antiga de todas as bebidas alcoólicas”, explica a gerente geral da Superstition, Kim Powers, enquanto ela coloca diante de nós amostras doces em pequenas taças de conhaque.

“O hidromel é uma bebida fermentada tradicionalmente feita a partir de mel, água e fermento, mas existem vários estilos tradicionais e modernos de hidromel. Eles variam de melomeis, feitos com mel e frutas, e metheglins feitos com mel, ervas e especiarias, a pyments, feitos com mel e uvas para vinho”.

Força do Mercado

Hidromeis de estilo especial são feitos com mel e tudo o que o produtor deseja. E de acordo com uma pesquisa de 2017 da indústria de hidromel, as versões de hidromel carbonatados ou espumantes estão rapidamente crescendo em popularidade.

Outras estatísticas desta pesquisa:

• Uma nova loja abre a cada três dias nos Estados Unidos; a cada sete dias em todo o mundo.

• Cerca de dois terços das lojas neste país foram abertas cinco anos ou menos.

• O estilo mais vendido é o melomel, seguido de perto pelo tradicional (feito apenas de mel fermentado com água).

• Cerca de uma em cada quatro fábricas também produz sidra.

• Quatro em cada cinco lojas compram seu mel localmente.

Pensamos em tudo isso, pois Michelle Eck, no trabalho há apenas quatro dias, recorre ao menu de hidromeis diante de nós. Eles apresentam uma escolha estonteante de sabores ou “estilos”.

“Nós fizemos mais de 200 hidromeis diferentes ao longo dos anos”, explica Powers. “E geralmente temos cerca de 45 a 50 variedades diferentes disponíveis na sala de degustação hoje”.

Entre as opções atuais estão o habilmente chamado Snow Melt, um pyment de Chardonnay (feito com uvas e mel de flores silvestres) envelhecido em carvalho americano virgem; Tahitian Honeymoon, um hidromel semi-adocicado envelhecido em grãos de baunilha do Taiti em um barril de carvalho americano; Juicius Caesar, raspas de toranja com Amarillo e lúpulo Cascade e Regra 42, maçãs orgânicas frescas do Arizona com amora.

Há até Creme de Geléia de Manteiga de Amendoim com Marshmallow, feito com – sim – amendoim, mirtilo e marshmallow orgânico. De jeito nenhum eu vou passar essa; é doce, mas o amendoim e o marshmallow são sutis.

No final do dia, meus favoritos são Date Night e Hera’s Orchard, em homenagem ao pomar mítico de “maçãs douradas” de Hera, que se acredita terem sido damascos. Este hidromel é uma mistura de damascos e pêssegos.

Sabores para todos os paladares

Para aqueles cujos paladares tendem para o não-tão-doce, Powers sugere um hidromel tradicional, como Lagrimas de Oro, feito com água, mel e fermento, depois envelhecido em um barril de bourbon.

“É mais seco com um acabamento de carvalho e bourbon”, explica ela.

A favorita de Powers é Marion, “que eu amei desde o começo. Este é um melomel de framboesa, mirtilo e amora. A acidez das amoras combina perfeitamente com a doçura do mel, fazendo deste um hidromel que você quer continuar a beber”.

O teor álcoolico nos hidromeis ficam geralmente entre 11% a 15,5%.

Superstition Meadery também serve vários vinhos do Arizona (sim, existe tal coisa) e sidras.

E aqui está um gráfico sobre o crescimento e a produção da indústria de hidromel. Para mais informações sobre o hidromel, visite www.mead-makers.org.

Para mais fotos e comentários sobre viagens, visite: www.facebook.com/elouise.ondash.

Autor: Elouise Ondash

Tradutor: Alexandre A. Peligrini

Fonte: https://www.thecoastnews.com/hit-the-road-mead-growing-in-popularity-and-styles/

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Odin me Ajude # 002 – As casas Vikings eram mais estranhas do que na ficção!

Odin me Ajude # 002 – As casas Vikings eram mais estranhas do que na ficção!

E no episódio de hoje vamos visitar as casas Vikings e constatar que eram mais estranhas do que ficção: portais para os mortos, artefatos mágicos e “escravos”!
Aqui, tudo que você precisa saber para começar sua jornada com o hidromel.

Link completo para o post com fotos e texto na íntegra: https://oldpony.com.br/as-casas-vikings-eram-estranhas/

Com narração de Fabio Camatari, este foi mais um episódio do podcast Odin me Ajude! Toda primeira e terceira quinta-feira de cada mês, um episódio estupidamente gelado esperando para ser degustado por você!
Se você gostou deste episódio, continue conosco! Vamos apresentar informações, receitas, papo de boteco (ou de taverna…) e afins sobre o universo do hidromel. Aproveite e apresente este episódio para um amigo!

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O hidromel está renascendo e é algo que você precisa provar.

O hidromel está renascendo e é algo que você precisa provar.

O hidromel está renascendo e é algo que você precisa provar. Se pudéssemos atribuir o seu mais forte atributo na consciência do público seria a quintessência líquida do termo “o velho é novo”.

E sério, ele é super antigo.

Mulheres comemorando com hidromel

Eles lançarão um novo cyser (hidromel feito de suco de maçã) na choperia da Superstitions Meadery durante a estreia do GoT em 14 de abril, uma colaboração internacional com a Cervejaria Nº 18 da China – Foto cedida por Superstition Meadery

Uma bebida alcoólica criada quando o mel e a água fermentam, o hidromel antecede a cerveja e o vinho por milênios. Restos de hidromel foram encontrados em embarcações que datam de quase 8.000 a.C. e evidências apontam para seu consumo na China antiga, Grécia e além.

Menos assim, no entanto, em Westeros (o reino mágico e medieval em que o jogo dos tronos de George R.R. Martin se desenrola). Onde Tyrion Lannister bebe uma preponderância de vinho tinto e sabe das coisas.

Mas, diz Chad Wiltz, dono da Garagiste Meadery de Tampa, essa associação ainda ajudou a contribuir para a ascensão da bebida.

“Acredito que o crescimento do hidromel é a convergência de muitas coisas”, opina Wiltz. Observando que nas 24 horas após a primeira menção do hidromel pelo GoT, Garagiste ganhou várias centenas de seguidores em suas mídias sociais. “Mas, na maior parte, acho que o ressurgimento do hidromel é uma progressão natural do movimento de bebidas artesanais”.

E ele não está sozinho.

Crescimento viralizado

Amostras de hidromeis da Garagiste Meadery

Hidromel na taverna! A degustação é recomendada para encontrar seus estilos favoritos – Foto cortesia de Garagiste Meadery

Jeff Herbert tem o prazer de apoiar a Anheuser-Busch para esses anúncios. “Quantas centenas de milhões de dólares a Budweiser gastou no último ano nos jogos de futebol americano da NFL que anunciam hidromel?” ele ri. Herbert fundou em Prescott, no Arizona com sua esposa Jen em 2012 a Superstition Meadery. “Eles estão fazendo disso um nome familiar mais do que qualquer um de nós jamais poderia fazer!”. Mesmo assim, ele credita à seus clientes mais do que qualquer aspecto da cultura pop.

“Eles vêm do mundo da cerveja artesanal”, diz Herbert, cuja sala de degustação fica a cerca de 130 quilômetros de Phoenix.

Herbert, um bombeiro, começou quando sua esposa lhe comprou um kit caseiro.

Tem mercado para todo mundo

Wiltz estava atingindo as salas de degustação quando Tampa era uma estrela em ascensão na cena da cerveja artesanal. Trocando garrafas e viajando, quando ele encontrou um hidromel artesanal em Michigan. Ele queria mais, mas, para seu desgosto, não vendiam fora de sua área.

“Eu fui a todas as lojas de vinhos locais que eu poderia encontrar à procura de hidromel. Infelizmente, não havia muito”. Mas ele logo descobriu que a pequena loja de Schramm era de propriedade e dirigida pelo homem que literalmente escreveu o livro sobre hidromel.

“Comprei uma cópia e a li algumas vezes nos meses seguintes. Eu nunca havia fabricado nada, mas acabei criando coragem para comprar alguns suprimentos e tentar”.

Em pouco tempo, ele tinha mais do que ele poderia beber, então ele compartilhou. Então os compartilhadores compartilharam. Então as pessoas queriam comprá-lo. Ele passou alguns anos se preparando para festivais e vencendo competições, antes de arrecadar dinheiro e deixar para trás sua carreira em medicina nuclear.

Hoje, a Garagiste ainda está vendendo seus produtos, tanto os simples quanto os exóticos (uma das variedades de geleia e manteiga de amendoim está entre as mais populares).

Rotulo de hidromel da Superstition Meadery

O hidromel têm subgêneros; por exemplo, o hidromel feito com especiarias é chamado metheglin – Foto cortesia de Superstition Meadery

Oportunidade de mercado

James Boicourt foi para casa quando descobriu o hidromel. Enquanto era estudante na Carolina do Norte, a necessidade de uma disciplina de biologia o levou ao departamento de entomologia.

“Todas as grandes faculdades de Agronomia geralmente têm uma”, diz Boicourt. “Já que é muito importante para a agricultura, e a turma era ótima – liderada pelo homem que iniciou o programa de Apicultores Master”. Ele teve seu primeiro contato com hidromel em uma sala de aula e em pouco tempo, tornou-se um apicultor. Como Boicourt já estava em casa, a progressão era natural.

“O hidromel era muito difícil de encontrar. E a maior parte do que consegui comercializar era doce e pesado, então logo comecei a fazer hidromeis mais leves, mais refrescantes.”

Nos cinco anos desde que Boicourt abriu o Charm City Meadworks de Baltimore, eles se tornaram conhecidos pelo seu produto.

“Fazemos muito hidromel seco e procuramos introduzir o hidromel às pessoas como algo próprio, em vez de explicar sua história e compará-la a outras coisas. Quando você faz isso, o público se torna muito mais amplo, especialmente quando você está fazendo coisas realmente refrescantes com zero de açúcar residual. Estamos entre os mais secos do mercado”.

Variedades de hidromel da Charm City

Os hidromeis da Charm City são leves, com gás e para muitos recém-chegados, inesperadamente secos – Foto cortesia de Charm City Meadworks

Existe um hidromel para todos os gostos
Todo hidromel é feito de mel, mas como Boicourt vai professar, nem todos são enjoativos. Eles variam de espumante e elegante a inebriante e viscoso. Wiltz, da Garagiste, diz que há um hidromel para todos.

“Alguns são grandes, doces, arrojados e intensos do começo ao fim. Outros são secos com pouca ou nenhuma doçura. Delicados, mas não menos notáveis”.

O teste de um bom hidromel, diz Ricky Klein, chefe cervejeiro da Groenfeld Meadery e Havoc Mead, em Vermont, é obviamente uma questão de gosto, “mas eu gostaria de pedir a todos os bebedores que parem e façam uma simples pergunta: Eu tomaria duas doses disso de uma vez?

O líder da Groennfell Ricky Klein

Tem perguntas? O líder da Groennfell Ricky Klein faz uma série no YouTube chamada “Pergunte ao Meadmaker” – Foto gentilmente cedida por Groennfell Meadery

A Groennfell registrou um crescimento de 30% por ano desde a abertura, há cinco anos.

“Naquela época, não conseguíamos que as lojas de cervejas artesanais comprassem nossos produtos e agora estamos vendendo em postos de gasolina! Isso é incrível!”

Como é o hype para a oitava e última temporada de Game of Thrones. Os fãs já estão planejando festas e encontros para sua estréia em 14 de abril, mais obrigatória do que opcional. A Superstition irá transmiti-la na taverna e oferecer promoções especiais.

Pode ser maior do que o National Mead Day (o primeiro sábado de agosto), quando as pessoas que aparecem em desfrutam de descontos.

Autor: A.D. Thompson

Tradutor: Alexandre A. Peligrini

Fonte: https://www.10best.com/interests/drinks/mead-is-being-reborn-and-you-need-to-try-it/

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Os benefícios de se beber hidromel

Os benefícios de se beber hidromel

O hidromel é a mais antiga arte da fermentação. Os três ingredientes básicos do hidromel incluem mel e água, que são fermentados para criar a bebida. É comumente referido a muitos como vinho mel e foi a primeira bebida alcoólica a ser fabricada. Os antigos gregos consideravam o hidromel como uma bebida deuses enviados do céu para a terra.

O principal ingrediente sendo o mel, acredita-se que ele possua uma variedade de benefícios, pois compreende mais de 180 substâncias que incluem minerais, enzimas, vitaminas, antitóxico e açúcares. Também contém pólen e mais proteínas essenciais para uma boa saúde do que a carne bovina. Isso torna o hidromel não apenas uma bebida doce antiga, mas também associa a bebida a uma boa saúde.

O hidromel pode levar cerca de três anos para maturar plenamente. Frutas e ervas também podem ser incluídas no processo de fermentação para produzir vários sabores. Os diferentes tipos de variações incluem melomel, metheglin e oxymel entre outros sabores.

Quais são alguns benefícios de beber hidromel?

Beber hidromel pode ajudar a combater patógenos resistentes a antibióticos. Um estudo sobre abelhas e mel foi realizado em 2014 por alguns cientistas; Alejandra Vasquez e Tobias Olofsson. A pesquisa afirma que o mel se combina com as bactérias do ácido láctico encontradas no estômago das abelhas para produzir centenas de substâncias antibacterianas. Essas substâncias podem ter eliminado todos os patógenos humanos que foram testados contra ela. Os cientistas também afirmam que a substância antibacteriana tratou com sucesso feridas em cavalos que antes eram resistentes a qualquer tratamento.

O hidromel pode ajudar a combater e tratar doenças

O hidromel na antiguidade era considerado um remédio poderoso e eficaz e estava associado à força, saúde e vida longa. Está cheio de bactérias que combatem infecções. Estas possuem armas especiais que atacam, combatem e eliminam patógenos mortais. As bactérias também são capazes de eliminar infecções notórias resistentes a medicamentos. Eles foram capazes de curar feridas e outras infecções de cavalos e humanos em geral. O mel ajuda no tratamento de doenças crônicas, como diabetes, através do aperfeiçoamento de várias disfunções metabólicas observadas nessas doenças. Também ajuda a reduzir o estresse e a hiperglicemia e promove uma boa digestão. Como resultado, o hidromel é ótimo para a saúde em geral. Os romanos associavam o hidromel a uma vida mais longa e acreditavam que ele possuía propriedades curativas únicas.

Seguro para beber

á muitos benefícios de usar o mel para nossa saúde. Ao contrário de outros tipos de vinho produzidos hoje, o hidromel tem mel e água como ingredientes principais. O mel contém tanto a levedura quanto os açúcares necessários para a fermentação em outros tipos de vinho. Isso torna o hidromel seguro, já que não requer a adição de açúcar branco e fermento para fermentação, o que pode reduzir os benefícios gerais da bebida. Por exemplo, os açúcares brancos desencadeiam a resposta à insulina mais do que o mel, o que pode resultar em problemas de saúde. A insulina é o hormônio que regula o metabolismo dos carboidratos e, se produzido em grandes quantidades, pode ser prejudicial. A água também é um elemento importante para nossos corpos.

O hidromel é versátil

Outro aspecto fascinante do hidromel como uma bebida, é notavelmente versátil. Ele é tradicionalmente aromatizado com uma grande variedade de ervas, temperos, sabores e outros tipos diferentes de substâncias benéficas. Por exemplo, o melomel contém sumos de fruta, por exemplo, framboesas e amoras, que contêm componentes nutritivos significativos para o corpo. Ele contém um teor alcoólico tão alto quanto 20% e tão baixo quanto 3% – 4%.

O hidromel está atualmente em ascensão em todo o mundo, mais até do que outras bebidas. Acredita-se também que seja uma bebida de lealdade, pois foi uma bebida de escolha para os reis e grandes líderes como o rei Salomão e a rainha Elizabeth, entre outros.

O hidromel pode ser bebido duas semanas após o início da fermentação ou pode fermentar por anos, na maior parte, até 3 anos. O hidromel pode ser servido no jantar, após o jantar, durante os jogos, piqueniques ou qualquer outro horário, dependendo de como ele foi processado. É tradicionalmente e atualmente a bebida mais saudável, segura e deliciosa do mundo. Há uma variedade de empresas que processam e vendem esses produtos online e localmente em todo o mundo.

Autor: Adam Smith

Tradução: Alexandre A. Peligrini

Fonte: https://www-hiddenlegendwinery-com.cdn.ampproject.org/v/s/www.hiddenlegendwinery.com/benefits-of-drinking-mead/amp/?usqp=mq331AQCCAE%3D&amp_js_v=0.1

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Odin Me Ajude #001 – Porque a bebida mais antiga do mundo está em ascensão novamente?

Odin Me Ajude #001 – Porque a bebida mais antiga do mundo está em ascensão novamente?

E no episódio de hoje vamos entender o Porque a bebida mais antiga do mundo está em ascensão novamente?

Moda? Hype? Gourmetização do mercado de bebidas?

Aqui, tudo que você precisa saber para começar sua jornada com o hidromel. (mais…)

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As casas Vikings eram mais estranhas do que ficção: portais para os mortos, artefatos mágicos e “escravos”

As casas Vikings eram mais estranhas do que ficção: portais para os mortos, artefatos mágicos e “escravos”

As casas Vikings e os Vikings estão mais populares do que nunca. Programas de TV como Last Kingdom e Vikings adicionaram licença dramática a relatos históricos específicos, enquanto novos achados arqueológicos têm a garantia de virar manchete. A cobertura recente inclui a descoberta de um funeral em navio Viking e a possibilidade de mulheres vikings participarem da guerra. Mas quando falamos sobre os vikings, muitas vezes repetimos narrativas familiares de guerreiros, navios e batalhas. Certas atividades e espaços –  tradicionalmente associados aos homens – são vistos como moldando o curso da história. O lar – tradicionalmente associado às mulheres – é visto como mundano e politicamente insignificante.

 

As casas Vikings: Viking em pé segurando seu machado

A obsessão usual.

Mas a casa dos Vikings não era um espaço neutro e apolítico. Era um estágio primário para legitimar hierarquias em que algumas pessoas eram escravizadas e deixadas para morar com gado no porão. Enquanto que outras, presidiam em um assento elevado. Era um mundo estranho. Temos provas raras, mas repetidas, de que crianças foram enterradas em lareiras. Artefatos mágicos colocados nas portas e mulheres erguidas acima dos limiares para que pudessem falar com os mortos.

Quero mudar radicalmente a nossa abordagem para este período crucial da história europeia. O que acontece se observarmos a Era Viking do ponto de vista da casa?

Casas como espaços políticos

Apesar de toda a sua visibilidade na cultura pop, a vida cotidiana dos Vikings raramente é vista. Os assentamentos são frequentemente abordados como familiares, harmoniosos – e talvez um pouco triviais. Agora, uma onda de pesquisas está levantando novas questões sobre as vidas cotidianas sociais e rituais dos vikings.

Portas, moradias e espaço doméstico revelaram algo mais estranho e mais poderoso do que as narrativas tradicionais podem sugerir.

 

Um porta-anel da Era Viking com uma inscrição rúnica, que talvez em algum momento dependesse de um edifício de culto viking.

A família viking, embora variada, não se conformava à família nuclear idealizada da modernidade ocidental. As maiores famílias poderiam ser compostas por um casal, concubinas, subordinados, fazendeiros e guerreiros, animais, trabalhadores itinerantes, convidados e vários filhos “meus, seus e nossos”. Embora vivessem sob o mesmo teto, as tarefas cotidianas e a própria arquitetura criavam limiares entre grupos e tornavam as pessoas diferentes umas das outras.

As casas Vikings: O salão Viking reconstruído de Lofoten, Noruega

O salão Viking reconstruído de Lofoten, Noruega.

“Escravidão” é uma instituição complexa e uma definição universal é difícil. Mas havia uma população não livre entre os agregados vikings: os escravos. Estes não tinham direitos legais, cujos filhos pertenciam aos chefes das famílias, que não era crime matar e podiam ser sexualmente explorados pelos seus donos.

Os estudiosos argumentam que os escravos moravam em um cômodo extra com uma lareira no final da casa de manobra, espacialmente pertencente aos animais. Desse modo e mais, as casas viking geravam contrastes entre proprietários, pessoas livres e escravos – e tais diferenças formavam a sociedade viking.

Morando com os mortos

A casa viking não era exclusivamente o domínio dos vivos. Nas sagas dos islandeses, encontramos o malicioso Hrapp. Em seu leito de morte, Hrapp pede para ser enterrado na porta do pavilhão de incêndio: “Me ponha no chão de pé, então poderei ficar de olho na minha casa”. A agência dos mortos não necessariamente dissipam-se à morte. As sagas estão cheias de histórias de pessoas recebendo profecias dos mortos, os mortos cantando em montes funerários ou assombrando suas casas antigas.

O material arqueológico apoia a ideia de que os mortos tinham presença nas casas na Era do Ferro e na Era Viking. Ao longo do primeiro milênio, os ossos humanos foram incorporados às vezes dentro da casa, incluindo crianças enterradas em lareiras e postholes. Deve ter sido significativo para as pessoas colocar partes do corpo de seus mortos sob o limiar ou nos postholes das casas. Ou para entreter os mortos na casa quando eles abandonaram o assentamento.

Há uma clara ambiguidade em morar com os mortos. Por um lado, as pessoas às vezes mantinham os mortos próximos, encaixando-os no espaço vital. Bebês e ancestrais podem ter ajudado a proteger a casa, ancorá-la em histórias locais ou capacitar seus moradores. Por outro lado, a história de Hrapp e outras fontes sugerem que os mortos poderiam ser objetos de ansiedade. Se eles se tornassem malévolos, poderiam ameaçar a casa – e assim, o limiar para o mundo deles precisava ser controlado.

Portais para o outro mundo

Diferentes partes da casa provavelmente serviram como pontos de contato entre vivos e mortos, talvez também entre o passado, presente e futuro. Talvez sem surpresa, o principal era o limiar real para a casa.

Arqueólogos também encontram coisas – como panelas, facas e anéis de ferro – enterrados nas portas ou perto delas. Talvez esses objetos guardassem a casa de poderes e seres de fora. E o depósito de artefatos forjou simultaneamente e embutiu um elo entre a vida cotidiana das pessoas e suas casas. É até possível que artefatos viessem com novos habitantes de casas antigas, por exemplo, quando eles se casassem. Estes seriam colocados em portas ou poços para capacitar a casa e amarrar pessoas e casas ao longo do tempo e do espaço.

As casas Vikings são um mundo à parte

Levar a vida cotidiana a sério abre novas possibilidades para entender como e onde a história acontece: não é apenas no campo de batalha. Arquitetura e o espelho da casa, assim como forma, ordem social e espacial. Na era Viking, as pessoas eram feitas para serem diferentes. Proprietários e escravos, homens e mulheres, com diferentes tipos de poder e coisas diferentes para temer ou esperar. Através de assentos e cadeiras altas, festas e rituais, portas e itens depositados.

 

Escavação da aldeia Viking em York em 1980.

As casas vikings eram espaços de política, e também mundos sociais muito diferentes dos nossos. Quando os vikings se envolveram com o mundo, ana no lar desde a infância. Chegou o momento de ampliar os temas que associamos à Era Viking e discutir o desconhecimento e a sua estranheza. Assim como o papel da desigualdade, neste período crucial da história europeia.E que intriga a todos nos dias atuais.

Autor: Marianne Hem Eriksen

Tradução: Alexandre A. Peligrini

Fonte: https://theconversation.com/viking-homes-were-stranger-than-fiction-portals-to-the-dead-magical-artefacts-and-slaves-112548″ target=”_blank

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20 Variedades de Hidromel

20 Variedades de Hidromel

Em sua forma mais básica, o hidromel é simplesmente a fermentação de água e mel em uma bebida alcoólica. Também chamado de mel de vinho, o ofício de fermentação de hidromel tem sido apreciado por séculos para fins sociais, medicinais e cerimoniais.

O hidromel se apresenta de várias formas e exibe enorme diversidade no que diz respeito aos ingredientes que são usados ​​e os sabores desses ingredientes conferem. Estes sabores são ainda mais diversificados através do uso de diferentes tipos de leveduras, diferentes tipos de méis, aditivos como ervas ou frutos (conhecidos como adjuntos ou grutas), ou o método de envelhecimento.

20 variedades de hidromel: potes de mel e especiarias

Hidromel de Chai do Curso de Fermentação à Base de Plantas

No mais novo programa on-line da Herbal Academy, o Curso de Fermentação à Base de Plantas (https://theherbalacademy.com/product/craft-herbal-fermentation-course), os alunos exploram os vários tipos de hidromeis que são produzidos em todo o mundo e experimentam receitas de várias variedades.

Variedades de Hidromel

Estes termos não só ajudarão você a navegar nas informações que existem com relação a esta deliciosa experiência de fermentação. Eles também o inspirarão a experimentar. Você vai notar que muitas dessas variedades de hidromel incluem o uso de ervas como lúpulo, pétalas de rosa ou quadris, e até pimenta como ingredientes aromatizantes! Assim, em essência, qualquer um desses hidromeis podem ser considerados licores de cura, feito de ervas medicinais. Assim, formular seu hidromel à base de ervas pode ser tanto sobre o sabor quanto sobre a cura. Basta olhar para essas variedades.

The Craft of Herbal Fermentation Course by Herbal Academy - recipes

Diferentes Variedades de Hidromel
Acerglyn
Um hidromel feito com mel e xarope de bordo.
Black Mead
Um hidromel feito com mel e groselha preta.
Bochet

Um hidromel feito por meio do qual o mel é caramelizado ou queimado separadamente antes de adicionar a água, para trazer caramelo, chocolate ou sabores de marshmallow torrado.

Braggot

Derivado da palavra galesa bragawd, também é chamado de bracket ou brackett. Originalmente feito com mel e lúpulo, depois com mel e malte – com ou sem lúpulo adicionado.

Capsicumel

Um hidromel feito e aromatizado com pimenta.

Cyser

Uma mistura de mel e suco de maçã fermentado juntos – semelhante a uma sidra dura, exceto mais doce devido à adição de açúcares do mel.

Great Mead

Qualquer hidromel que tenha sido envelhecido por vários anos. Distinguido do Short Mead ou Quick Mead que se destinam a serem consumidos em pouco tempo.

Hydromel

O termo grego e francês para “água-mel”. Também é usado como um nome para um hidromel leve ou com baixo teor alcoólico.

Melomel

Melomel é feito de mel e qualquer fruta. Certos melomeis têm nomes mais específicos, dependendo do tipo de fruta usado. Por exemplo, um morat é um tipo de melomel feito de amoras.

Metheglin

Feito com especiarias e plantas medicinais.

Omphacomel

Uma receita medieval de hidromel que combina mel com um suco altamente ácido feito pressionando uvas verdes, crab apples ou outras frutas amargas. Suco de limão ou alazão também é usado às vezes para dar sabor adicional, assim como ervas ou especiarias.

Oxymel

Uma receita histórica de hidromel tradicionalmente feita misturando mel com vinagre de vinho. Nos tempos modernos, os herbalistas ocidentais costumam empregar oximéis como método de preservação de ervas medicinais. Por exemplo, algumas formas de “sidra de fogo” são feitas com mel e, portanto, consideradas um oxymel.

Pyment

Um pyment é feito com uvas vermelhas ou brancas ou suco de uva. Um pyment feito com suco de uva branca às vezes também é chamado hidromel branco.

Rhodomel

Rhodomel é feito de mel, rosa mosqueta, pétalas de rosa ou rosa attar e água. Este tipo de hidromel também pode ser considerado um metheglin, dependendo da intenção do fabricante de cerveja.

Sack Mead

Hidromel que é feito com mais mel do que é normalmente usado e, portanto, contém uma concentração de álcool acima da média. Um hidromel que está em ou acima de 14% ABV é geralmente considerado um sack.

Short Mead

Também conhecido como Quick Mead e muitas vezes considerado o oposto de um grande hidromel. Um tipo de hidromel que se destina ao consumo imediato. Também pode ser semelhante a champanhe, dependendo dos métodos e leveduras usados. Bom para produtores com pouca paciência.

Show Mead

Um hidromel simples com apenas mel e água como base, sem adições como frutas, especiarias ou aromas de ervas. Às vezes requer um nutriente de levedura especial e outras enzimas para um produto acabado agradável, já que o mel sozinho não fornece nutrição suficiente para que o fermento continue seu ciclo de vida.

Sparkling Mead

Um hidromel que possui carbonatação. Geralmente criado através do uso de levedura de champagne.

Still Mead

Um hidromel que não é carbonatado.

White Mead

Um hidromel que é colorido de branco através do uso de ervas, frutas ou, às vezes, até claras de ovos.

Um Ritual Sagrado

A fermentação do hidromel pode ser muito mais do que simplesmente fazer uma bebida alcoólica. O hidromel pode ser uma jornada ritualística para celebrar a comunidade e honrar as pessoas, lugares e plantas que forneceram orientação, conhecimento, amizade ou apoio. Assim, o hidromel é um método, entre muitos no campo da fermentação e produção de alimentos, que pode ser usado para honrar a mudança das estações, épocas do ano ou marcos memoráveis ​​em sua vida e nas vidas daqueles de sua comunidade.

Fonte: https://www.motherearthnews.com/real-food/20-different-varieties-of-mead-zbcz1702

Autor: Marlene Adelmann

Tradução: Alexandre A. Peligrini

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Odin me ajude #000 – Guia moderno do hidromel (PILOTO)

Odin me ajude #000 – Guia moderno do hidromel (PILOTO)

E no episódio piloto que apresentamos hoje vamos apresentar o Guia moderno do hidromel! Tire o capacete e a roupa viking porque o hidromel se modernizou. Não mais relegado a feiras renascentistas, a bebida de mel fermentado está surgindo em bares e restaurantes. De novas hidromelarias estão saindo todos os tipos de hidromeis, de secos a doces, para agradar a todos os gostos.

Aqui, tudo que você precisa saber para começar sua jornada com o hidromel.

(mais…)

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Resultados do último Mazer Cup International – MCI

Resultados do último Mazer Cup International – MCI

Antes de mais nada, você conhece ou já ouviu falar da maior competição internacional voltada aos produtores e para a indústria hidromelaria dos Estados Unidos?

O Mazer Cup é uma competição produzida e operada por entusiastas do hidromel de todos os EUA que querem ver o hidromel no seu devido lugar de direito. Não possuem afiliações a nenhum órgão e operam independentemente de qualquer organização ou associação comercial de hidromel. A maioria dos envolvidos trabalham ativamente como voluntários desde as competições domésticas até as comerciais.

O Mazer Cup International Mead Competition é operado e patrocinado pela Mazer Cup International Incorporated, uma organização sem fins lucrativos. Todos os rendimentos provenientes de taxas de inscrição e eventos associados são usados ​​para financiar as competições e para dar apoio financeiro à Ação Comunitária de Alimentos.

Esse ano de 2019, a competição ocorreu entre os dias 15 e 16 de Março e comemorou seu 25º aniversário.

Foram milhares de amostras entre hidromeis comerciais e artesanais. A seguir listamos os vencedores de cada segmento:

Resultados da competição para Artesanais

Foram 581 entradas julgadas em 24 grupos de medalhas:

Traditional Mead Dry (27 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Carvin Wilson

1st

M1A: Dry Mead

Chesty

Modern Mead Makers Facebook Group (Clifton, VA)

Adam Bystrom

2nd

M1A: Dry Mead

OB the OG

Minnesota Home Brewers Association (Edina, MN)

Warren Earle

3rd

M1A: Dry Mead

Trad This on for Size- MMM

Arizona Society of Homebrewers (Tempe, AZ)

Traditional Mead Semi (37 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Eric Holden
CoBrewer: Shani Pynn

1st

M1B: Semi-Sweet Mead

 

Temecula Valley Homebrewers Association (Murrieta, CA)

Steve Fletty

2nd

M1B: Semi-Sweet Mead

Estrella

Saint Paul Homebrewers Club (Saint Paul, MN)

Todd Donnelly

3rd

M1B: Semi-Sweet Mead

African Wildflower semi-sweet

Society of Northeast Ohio Brewers (Cleveland, OH)

Traditional Mead Sweet (38 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Andre Bajorek

1st

M1C: Sweet Mead

 

None

Carvin Wilson

2nd

M1C: Sweet Mead

Quincy Jones

Modern Mead Makers Facebook Group (Clifton, VA)

Jeremy Olsen

3rd

M1C: Sweet Mead

 

Saint Paul Homebrewers Club (Saint Paul, MN)

Cyser (27 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Josh Mahoney

1st

M2A: Cyser

Probably not as good as Meistema’s

Minnesota Home Brewers Association (Edina, MN)

Matthew Chrispen

2nd

M2A: Cyser

Vague Cyser

Austin Zealots (Austin, TX)

Eric Holden

3rd

M2A: Cyser

 

Temecula Valley Homebrewers Association (Murrieta, CA)

Pyment (24 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Kevin Meintsma

1st

M2B: Pyment

This is all Matt Weide’s [email protected]

Minnesota Home Brewers Association (Edina, MN)

Scott Behrens

2nd

M2B: Pyment

Pinot Noir Pyment

Modern Mead Makers Facebook Group (Clifton, VA)

Hirendu Vaishnav

3rd

M2B: Pyment

Grenache Toyon

Diablo Order of Zymiracle Enthusiasts (DOZE) (Walnut Creek, CA)

Stone Fruit Melomel (32 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Timothy Elder

1st

M2D: Stone Fruit Mead

Cherry Popper

Kansas City Bier Meisters (Kansas City, KS)

Hirendu Vaishnav

2nd

M2D: Stone Fruit Mead

Malicious Mango

Diablo Order of Zymiracle Enthusiasts (DOZE) (Walnut Creek, CA)

Eric Holden

3rd

M2D: Stone Fruit Mead

 

Temecula Valley Homebrewers Association (Murrieta, CA)

Berry Melomel-Sweet (34 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Kevin Tracy
CoBrewer: Kevin Tracy, Corey Mason

1st

M2C: Berry Mead

 

None

Brent Becker

2nd

M2C: Berry Mead

The Difference

None

Steve Patik

3rd

M2C: Berry Mead

Taboo

None

Berry Melomel-Semi-Sweet (30 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

JamesB Davis

1st

M2C: Berry Mead

B^3C

Rock Hoppers Brew Club (Centennial, CO)

Joe Leigh

2nd

M2C: Berry Mead

BA Nostalgia for Infinity

None

Joe Leigh

3rd

M2C: Berry Mead

Nostalgia for Infinity

None

Berry Melomel-Dry (12 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Aaron Vezeau

1st

M2C: Berry Mead

 

None

Carvin Wilson

2nd

M2C: Berry Mead

Heather Berry

Modern Mead Makers Facebook Group (Clifton, VA)

Craig Scott

3rd

M2C: Berry Mead

Woodland Berries

None

Other Fruit Melomel-Sweet (27 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Cris Landreth

1st

M2E: Melomel

White Sands, Grey Skies

None

Joe Leigh

2nd

M2E: Melomel

Transfigured Night

None

Eric Wembacher

3rd

M2E: Melomel

Royal Velvet

Sussex County’s United Brewers + Alchemists (SCUBA) (Branchville, NJ)

Other Fruit Melomel-Semi-Sweet (28 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Nate Newcomb

1st

M2E: Melomel

 

Knights of the Brown Bottle (Arlington, TX)

Kevin Meintsma

2nd

M2E: Melomel

Deception

Minnesota Home Brewers Association (Edina, MN)

Matthew Chrispen

3rd

M2E: Melomel

I swear it was Sparkling, now Vaguely Pettilant

Austin Zealots (Austin, TX)

Other Fruit Melomel-Dry (5 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Dustin Deisher
CoBrewer: Jeremy Goehring

1st

M2E: Melomel

Mr. Andersons Super Session Surprise Vol 2

Lincoln Lagers (Martell, NE)

Michael Jones

2nd

M2E: Melomel

I Find It Charming

Kalamazoo Libation Organization of Brewers (KLOB) (Kalamazoo, MI)

Dainius Juras
CoBrewer: Galvis Kuncas

3rd

M2E: Melomel

Super Citrus

Lietuva

Fruit and Spice-Sweet (35 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Jared Ayo
CoBrewer: Sean Callahan

1st

M3A: Fruit and Spice Mead

Strawbejillo

QUAFF (Quality Ale and Fermentation Fraternity) (San Diego, CA)

Jerzy Kasperski

2nd

M3A: Fruit and Spice Mead

Second

None

Paul Di Diego

3rd

M3A: Fruit and Spice Mead

Caramelized Apple Pie

Pyromancer Brewing (Colorado Springs, CO)

Fruit and Spice-Semi-Sweet (31 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Tim Wildenhain

1st

M3A: Fruit and Spice Mead

Hopped Strawberry

Arizona Society of Homebrewers (Tempe, AZ)

Eric Olson

2nd

M3A: Fruit and Spice Mead

Abneries My Love

North County Home Brewers Association (Oceanside, CA)

Thomas Repas

3rd

M3A: Fruit and Spice Mead

Mead-Heeto

Modern Mead Makers Facebook Group (Clifton, VA)

Fruit and Spice-Dry (12 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Adam Bystrom

1st

M3A: Fruit and Spice Mead

Grapefruits of Wrath

Minnesota Home Brewers Association (Edina, MN)

Chris Chambless

2nd

M3A: Fruit and Spice Mead

Fig’Nilla Dry

Maltose Falcons (Woodland Hills, CA)

Adam Bystrom

3rd

M3A: Fruit and Spice Mead

Strawberry Ginger

Minnesota Home Brewers Association (Edina, MN)

Spice/Herb/Veg-Sweet (27 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Michael Spears

1st

M3B: Spice/Herb/Vegetable Mead

Deez (Hazel) Nuts

Kuhnhenn Guild of Brewers (KGB) (Warren, MI)

Dan Bremer
CoBrewer: Dan Bremer

2nd

M3B: Spice/Herb/Vegetable Mead

 

Laramie Brew Club (Laramie, WY)

Ed Moore

3rd

M3B: Spice/Herb/Vegetable Mead

Sparkles horchata mead

Rock Hoppers Brew Club (Centennial, CO)

Spice/Herb/Veg-Semi-Sweet (31 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

JamesB Davis

1st

M3B: Spice/Herb/Vegetable Mead

I Blame Carvin

Rock Hoppers Brew Club (Centennial, CO)

Lara Augustine

2nd

M3B: Spice/Herb/Vegetable Mead

Flower Power

FOSSILS (New Albany, IN)

Amy Olsen

3rd

M3B: Spice/Herb/Vegetable Mead

Chocolate Kiss

Kuhnhenn Guild of Brewers (KGB) (Warren, MI)

Spice/Herb/Veg-Dry (18 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Josh Mahoney

1st

M3B: Spice/Herb/Vegetable Mead

Sumac

Minnesota Home Brewers Association (Edina, MN)

Adam Bystrom

2nd

M3B: Spice/Herb/Vegetable Mead

Spice of Life

Minnesota Home Brewers Association (Edina, MN)

Adam Bystrom

3rd

M3B: Spice/Herb/Vegetable Mead

Zambezi Sunrise

Minnesota Home Brewers Association (Edina, MN)

Braggot (17 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Steve Patik

1st

M4A: Braggot

Chocolate Bochet Porter

None

Pavel Anisimov

2nd

M4A: Braggot

OVER-DOZE

Diablo Order of Zymiracle Enthusiasts (DOZE) (Walnut Creek, CA)

Steve Patik

3rd

M4A: Braggot

Blackberry Cream

None

Historical (13 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Pavel Anisimov

1st

M4B: Historical Mead

Dwojniak Jablkowy

Diablo Order of Zymiracle Enthusiasts (DOZE) (Walnut Creek, CA)

Jerzy Kasperski

2nd

M4B: Historical Mead

Dwojniak Smordyniak

None

Marek Leczycki

3rd

M4B: Historical Mead

Dwojniak Maracuja 2016

None

Experimental-Sweet (33 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Scott Behrens

1st

M4C: Experimental Mead

Bobby’s Sweet As Cherry

Modern Mead Makers Facebook Group (Clifton, VA)

Michal Wawszczak

2nd

M4C: Experimental Mead

TEZCATLIPOCA

None

Amy Olsen

3rd

M4C: Experimental Mead

BBA Creamy Hawaiian Lehua

Kuhnhenn Guild of Brewers (KGB) (Warren, MI)

Experimental-Semi-Sweet (29 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Steve Fletty

1st

M4C: Experimental Mead

Cerise

Saint Paul Homebrewers Club (Saint Paul, MN)

Kevin Tracy

2nd

M4C: Experimental Mead

 

None

Ryan Funk
CoBrewer: Tina Poquette

3rd

M4C: Experimental Mead

Bochet ‘eh?

Kuhnhenn Guild of Brewers (KGB) (Warren, MI)

Experimental-Dry (12 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Ryan Rocha
CoBrewer: Rye Meister

1st

M4C: Experimental Mead

B3rry [email protected] OG

Carolina Brewmasters (Charlotte, NC)

Dustin Deisher
CoBrewer: Jeremy Goehring

2nd

M4C: Experimental Mead

Gozer

Lincoln Lagers (Martell, NE)

Galvis Kuncas

3rd

M4C: Experimental Mead

Let It Go

GotMead International Brewmasters (Dubuque, IA)

Digby (2 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

Amy Olsen

1st

999A: Digby

Lady Hungerford’s Metheglyn

Kuhnhenn Guild of Brewers (KGB) (Warren, MI)

Best Of Show – Mead

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

Club

JamesB Davis

1st

M2C: Berry Mead

B^3C

Rock Hoppers Brew Club (Centennial, CO)

Kevin Tracy
CoBrewer: Kevin Tracy, Corey Mason

2nd

M2C: Berry Mead

 

None

Dustin Deisher
CoBrewer: Jeremy Goehring

3rd

M2E: Melomel

Mr. Andersons Super Session Surprise Vol 2

Lincoln Lagers (Martell, NE)

Heavy Medal – Brewer

Brewer Name

Medal

Total Points

Medal Details

JamesB Davis

1st

Total points: 9

3 medals: BOSMead1st:1 1st:2

Total points: 9

 

Adam Bystrom

1st

Total points: 9

5 medals: 1st:1 2nd:2 3rd:2

Total points: 9

 

Kevin Tracy

3rd

Total points: 7

3 medals: BOSMead2nd:1 1st:1 2nd:1

Total points: 7

 

Carvin Wilson

3rd

Total points: 7

3 medals: 1st:1 2nd:2

Total points: 7

 

Heavy Medal – Club
 

Club Name

Medal

Total Points

Medal Details

 

Minnesota Home Brewers Association (Edina, MN)

1st

Total points: 20

9 medals: 1st:4 2nd:3 3rd:2

Total points: 20

 

Modern Mead Makers Facebook Group (Clifton, VA)

2nd

Total points: 13

6 medals: 1st:2 2nd:3 3rd:1

Total points: 13

 

Rock Hoppers Brew Club (Centennial, CO)

3rd

Total points: 10

4 medals: BOSMead1st:1 1st:2 3rd:1

Total points: 10

 

Resultados da competição para Comerciais

Foram 414 julgados em 23 grupos de medalhas

Bracket or Braggot (15 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

Locavore Beer Works

Gold

1A: Bracket or Braggot

Honigbeinen

 

Moonlight Meadery
CoBrewer: Smog City

Silver

1A: Bracket or Braggot

Buzz Worthy

 

The Tap Brewery

Bronze

1A: Bracket or Braggot

Electric Stinger

 

Cyser (13 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

Dziki Miod
CoBrewer: DZIKI MIOD Krzysztof Piwowar

Gold

2A: Cyser

JABCZAK

 

Alaska Meadery

Silver

2A: Cyser

Cyser

 

Intermiel
CoBrewer: Andre Abi Raad

Bronze

2A: Cyser

Chouchenn

 

Dessert Mead – Semi-Sweet (11 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

Meridian Hive Meadery

Gold

3A: Dessert Mead – Semi-Sweet

Ella

 

Space Time Mead and Cider Works

Silver

3A: Dessert Mead – Semi-Sweet

Blueberry Moon

 

Etowah Meadery

Bronze

3A: Dessert Mead – Semi-Sweet

Battle Branch

 

Dessert Mead – Sweet (30 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

Mjodhamnen

Gold

3B: Dessert Mead – Sweet

Branden pa Orten

 

Manic Meadery

Silver

3B: Dessert Mead – Sweet

Vanilla Elliot

 

Melovino Meadery

Bronze

3B: Dessert Mead – Sweet

PBJ Sammich for Mommy

 

Other Fruit/Vegetable Melomel – Dry (26 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

Kinsale Mead Co

Gold

4A: Other Fruit/Vegetable Melomel – Dry

Hazy Summer Mead

 

Melovino Meadery

Silver

4A: Other Fruit/Vegetable Melomel – Dry

By Any Other Name

 

Lost Cause Meadery

Bronze

4A: Other Fruit/Vegetable Melomel – Dry

Barrel Aged Easy Bender

 

Other Fruit/Vegetable Melomel – Semi-Sweet (53 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

SeattleHoneywine

Gold

4B: Other Fruit/Vegetable Melomel – Semi-Sweet

Tart Red Berry

 

SeattleHoneywine

Silver

4B: Other Fruit/Vegetable Melomel – Semi-Sweet

Blackberry

 

Green Bench Mead and Cider

Bronze

4B: Other Fruit/Vegetable Melomel – Semi-Sweet

Florida Mead Project: Guava

 

Other Fruit/Vegetable Melomel – Sweet (23 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

Garagiste Meadery

Gold

4C: Other Fruit/Vegetable Melomel – Sweet

Cilice De Lux

 

SeattleHoneywine

Silver

4C: Other Fruit/Vegetable Melomel – Sweet

R n R

 

Black’s Fairy Meadery LLC
CoBrewer: Traci Kuhfuss

Bronze

4C: Other Fruit/Vegetable Melomel – Sweet

Sweet

 

Metheglin – Dry (11 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

Western Reserve Meadery

Gold

5A: Metheglin – Dry

buckwheat blossom orange peel

 

Monks Meadery
CoBrewer: Justin Schoendorf

Silver

5A: Metheglin – Dry

Peachin’ to the Choir

 

Bee-Town Mead and Cider
CoBrewer: Mike Tripka

Bronze

5A: Metheglin – Dry

Mead with Coffee Bean

 

Metheglin – Semi-Sweet (19 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

Lost Cause Meadery
CoBrewer: Brian Trout

Gold

5B: Metheglin – Semi-Sweet

Harmonic Sequence

 

Lost Cause Meadery

Silver

5B: Metheglin – Semi-Sweet

Mounds Rushmore

 

Oran Mor Artisan Mead
CoBrewer: Lilly Weichberger

Bronze

5B: Metheglin – Semi-Sweet

Aphrodite’s Obsession

 

Metheglin – Sweet (17 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

Moonlight Meadery

Gold

5C: Metheglin – Sweet

Twinkle

 

The Colony Meadery
CoBrewer: Mike Manning

Silver

5C: Metheglin – Sweet

Cafe Picante

 

Intermiel
CoBrewer: Andre Abi Raad

Bronze

5C: Metheglin – Sweet

1534

 

Pyment (21 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

Superstition Meadery
CoBrewer: Jared Ro Bear

Gold

6A: Pyment

Aphrodisia Cuvee

 

Garagiste Meadery

Silver

6A: Pyment

Drop Bear

 

Dziki Miod
CoBrewer: DZIKI MIOD

Bronze

6A: Pyment

ZWIEGELD/wermuth

 

Session Mead – Dry (15 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

Sociable Cider Werks
CoBrewer: Lou Karp

Gold

7A: Session Mead – Dry

Mead for Speed aged on Cherry Wood

 

St. Ambrose

Silver

7A: Session Mead – Dry

Eat a Peach

 

Salt Point Meadery
CoBrewer: Eric DeRise

Bronze

7A: Session Mead – Dry

Revolution

 

Session Mead – Semi-Sweet (17 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

Redstone Meadery

Gold

7B: Session Mead – Semi-Sweet

Passion Fruit Nectar

 

St. Ambrose

Silver

7B: Session Mead – Semi-Sweet

Rhythm and Blues

 

Redstone Meadery

Bronze

7B: Session Mead – Semi-Sweet

Apple Nectar

 

Session Mead – Sweet (8 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

St. Ambrose

Gold

7C: Session Mead – Sweet

XR Cyser

 

SeattleMead

Silver

7C: Session Mead – Sweet

Multiberry

 

The Colony Meadery
CoBrewer: Mike Manning

Bronze

7C: Session Mead – Sweet

Birch Mead

 

Specialty (Open Category) – Dry (16 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

Meridian Hive Meadery

Gold

8A: Specialty (Open Category) – Dry

Broken Crown

 

Lost Cause Meadery

Silver

8A: Specialty (Open Category) – Dry

Condor Attack

 

Monks Meadery
CoBrewer: Justin Schoendorf

Bronze

8A: Specialty (Open Category) – Dry

Abstinence in the Abbey

 

Specialty (Open Category) – Semi-Sweet (33 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

SeattleHoneywine

Gold

8B: Specialty (Open Category) – Semi-Sweet

Exp 10

 

Lost Cause Meadery
CoBrewer: Timo Krjukoff

Silver

8B: Specialty (Open Category) – Semi-Sweet

Blåsväder

 

Superstition Meadery
CoBrewer: Jared Ro Bear, Joe LaClair

Bronze

8B: Specialty (Open Category) – Semi-Sweet

Contingency: Blanc

 

Specialty (Open Category) – Sweet (28 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

Garagiste Meadery

Gold

8C: Specialty (Open Category) – Sweet

Black Forest

 

Texas Mead Works

Silver

8C: Specialty (Open Category) – Sweet

Shotgun Wedding

 

Meridian Hive Meadery

Bronze

8C: Specialty (Open Category) – Sweet

Tequila Fandango

 

Traditional – Dry (7 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

Monks Meadery

Gold

9A: Traditional – Dry

Monks Mead

 

Black Willow Winery
CoBrewer: Cynthia West-Chamberlain

Silver

9A: Traditional – Dry

Odin’s Nectar

 

Mechalore MeadWorks

Bronze

9A: Traditional – Dry

Nowhere to Hive Vol. 1

 

Traditional – Semi-Sweet (13 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

Dziki Miod
CoBrewer: DZIKI MIOD Krzysztof Piwowar

Gold

9B: Traditional – Semi-Sweet

Flight of the Bumblebee

 

Silver Hand Meadery

Silver

9B: Traditional – Semi-Sweet

Shinning AvoStar

 

Oran Mor Artisan Mead
CoBrewer: Lilly Weichberger

Bronze

9B: Traditional – Semi-Sweet

Sol

 

Traditional – Sweet (10 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

Dragon’s Lair Meadery
CoBrewer: Chris Webber

Gold

9C: Traditional – Sweet

Ambrosia

 

Woodinville Honeywine

Silver

9C: Traditional – Sweet

WHW Traditonal

 

Tentaka Shuzo Co. Ltd.
CoBrewer: Tentaka Shuzo Co.,Ltd.

Bronze

9C: Traditional – Sweet

Hachimitsu no osake

 

Varietal – Dry (10 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

Costa Rica Meadery
CoBrewer: Alejandra Araya

Gold

10A: Varietal – Dry

Et Tu Bruté

 

Space Time Mead and Cider Works

Silver

10A: Varietal – Dry

AndroMeada

 

The Colony Meadery
CoBrewer: Mike Manning

Bronze

10A: Varietal – Dry

I Think I’ll Call This…Mini Mead

 

Varietal – Semi-Sweet (10 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

St. Ambrose

Gold

10B: Varietal – Semi-Sweet

Star Thistle

 

Honeygirl Meadery
CoBrewer: Diane Currier

Silver

10B: Varietal – Semi-Sweet

Honeygirl Orange Blossom Mead

 

St. Ambrose

Bronze

10B: Varietal – Semi-Sweet

Tupelo

 

Varietal – Sweet (8 entries)

Brewer Name

Medal

Style

Brew Name

 

The Brimming Horn Meadery
CoBrewer: Jon Talkington

Gold

10C: Varietal – Sweet

Castanea

 

Garagiste Meadery

Silver

10C: Varietal – Sweet

Oak Tupelo

 

Dziki Miod
CoBrewer: Dziki Miod Krzysztof Piwowar

Bronze

10C: Varietal – Sweet

Barrel C Acacia

 

Parabéns a todos os participantes e em especial a todos os vencedores.
Nos vemos em 2020! 😉

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Uma nova era de hidromel!

Uma nova era de hidromel!

Uma nova era de hidromel começou! A bebida alcoólica mais antiga conhecida pela humanidade, antecedendo a cerveja e o vinho voltou a cena. Ao longo da história, tem-se a reputação de prolongar a vida, aumentar a fertilidade e conferir força. Também conhecido como “vinho de mel”, a história do hidromel é tão rica quanto seu sabor, e os consumidores modernos e experientes que buscam novas sensações gustativas, que são saudáveis ​​e ecologicamente corretos, despertaram um novo interesse nessa bebida.

Lição de história do hidromel

Enquanto houver abelhas e mel, haverá hidromel. Em sua forma básica, hidromel é simplesmente mel misturado com água e fermento. Os historiadores acreditam que os seres humanos foram introduzidos a esta bebida intoxicante durante a Idade da Pedra, quando, por acaso, o fermento selvagem no ar se estabeleceu no mel que foi molhado pela chuva, fermentando assim a mistura. A bebida foi então replicada ao longo dos tempos e culturas do mundo.

O status abobadado de hidromel era de fato generalizado e duradouro. Os gregos chamavam de “néctar dos deuses” e afirmavam que ele conferia virilidade. Na Idade Média, os anglo-saxões estavam convencidos de que isso induzia a criatividade.

Remanescentes da mitologia do hidromel sobrevivem até hoje. O termo “lua de mel” vem da antiga prática de usar recém-casados ​​com hidromel por um mês após o casamento para garantir a fertilidade e a progênie masculina.

Da mesma forma, a palavra “medicina” é derivada do termo para hidromel condimentado – Metheglin. Embora a popularidade do hidromel tenha diminuído e diminuído após a Idade Média, atualmente está experimentando um renascimento.

Momento atual

Hidromeis de alta qualidade estão sendo produzidos em lojas em todo o Canadá, e vários ganharam aclamação internacional, incluindo alguns magníficos hidromeis de British Columbia.

“É empolgante ver os hidromeis fazendo tanto barulho”, diz Emily Vanderschee, co-proprietária da Hidromelaria Meadow Vista de Kelowna. “Temos aqui o mel mais incrível, com lindas notas frutadas e leveza que vem das diversas plantas e flora nativa. Sempre ajuda começar com um delicioso mel”.

Era de hidromel. Uma garrafa e um copo de Solstice Metheglin, no Tugwell Creek Honey Farm e Meadery. Fotos de Don Denton.

Uma garrafa e um copo de Solstice Metheglin, no Tugwell Creek Honey Farm e Meadery. Fotos de Don Denton.

Os excelentes restaurantes tomaram nota do “burburinho”, e vários dos pontos turísticos favoritos da BC – incluindo Victoria BeLove, Sooke’s Harbour House e o elegante Sparkling Hill Resort de Okanagan – agora incluem hidromel em seus menus.

“Nossos hóspedes estão intrigados para experimentar o hidromel e agradavelmente surpresos com a sofisticação que oferece”, observa Jess Howard, sommelier da Sooke Harbour House.

E parece que os clientes sofisticados não são os únicos a conhecer o sabor delicioso da bebida – de acordo com a filial de distribuição de bebidas do BC, houve um aumento significativo no volume de hidromel vendido nas lojas de bebidas desde 2014.

Para sua saúde

Existem algumas razões convincentes para experimentar a bebida. Os cientistas descobriram que o mel, o principal ingrediente do hidromel, é carregado com compostos que oferecem alguns benefícios surpreendentes para a saúde. Por exemplo, pesquisas recentes mostraram que a crisina, um flavonóide encontrado em abundância no mel, tem a capacidade de inibir a proliferação de (e induzir apoptose ou “morte celular”) em células cancerígenas. A crisina também mostrou suprimir a neuroinflamação, o que sugere que ela pode ser um agente protetor para um grupo de doenças neurodegenerativas causadas por inflamação.

A borda terapêutica de mel não termina aí. Pesquisadores também descobriram que o consumo de mel natural reduz os fatores de risco cardiovascular, particularmente em indivíduos que já têm um risco elevado de doença cardiovascular.

E para aqueles que sofrem de enxaqueca induzida por vinho de uva, o hidromel pode ser a alternativa perfeita. Muitos especialistas acreditam que é uma substância na pele da uva que causa enxaqueca em indivíduos sensíveis. Uma ressalva existe, no entanto: hidromel é uma bebida alcoólica, portanto, o consumo moderado é fundamental.

Hidromel bom também para o mundo

Hidromel não é bom apenas para você – é bom para o planeta também. Sua produção não exige o cultivo de nenhuma terra, minimizando seu impacto ambiental. Além disso, ao beber hidromel, você apoia as abelhas e os apicultores que estão corajosamente tentando manter viva uma população ameaçada de abelhas.

“Cada garrafa de hidromel que vendemos apoia as abelhas”, observa Vanderschee.

Por que a sobrevivência das abelhas é tão importante?

Porque “precisamos desesperadamente de abelhas para sustentar nossa agricultura”, explica Bob Liptrott, co-proprietário da Tugwell Creek Honey Farm and Meadery, premiada pela Sooke. “Um terço de todos os alimentos que consumimos requer polinização por abelhas.”

Era de hidromel. Lia Crowe desfruta de uma taça de Melomel, na Tugwell Creek Honey Farm e Meadery.

Lia Crowe desfruta de uma taça de Melomel, na Tugwell Creek Honey Farm e Meadery. Fotografia de Don Denton

Harmonizações Culinárias

Por que hidromel tem sido em torno de tanto tempo abraçado por tantas culturas? Porque existem muitos tipos diferentes de hidromeis e métodos de produção. Pode ser doce ou seco, espumante ou ainda, frutado ou picante – ou não. Um hidromel básico feito de mel, água e fermento é chamado de “tradicional”. Uma vez que o criador de um hidromel começa a adicionar outros componentes, como frutas ou ervas, ele adquire um nome de personagem e variedade diferente.

Em todo o mundo, há tantas variedades de hidromel que é impossível fazer sugestões específicas sobre a harmonização dessa bebida com alimentos. O tipo de mel usado para fazer o hidromel afetará o sabor e o aroma. Um hidromel tradicional feito com mel de trigo sarraceno terá um sabor completamente diferente de um feito com um mel mais suave, como por exemplo, o de flor de laranjeira ou o trevo.

Dicas para uma boa harmonização

Uma boa regra é perguntar ao criador de hidromel – que sabe as características de seu produto – suas sugestões de harmonização. Assim, é possível criar o casamento perfeito da culinária. Em geral, os hidromeis doces combinam lindamente com sobremesas e queijos. Os suaves melhoram saladas, frutos do mar e culinária asiática. Os mais saudáveis, como Pyment ou Metheglin, casam bem com pratos étnicos, ensopados e carnes.

Naturalmente, o hidromel, assim como o vinho, não é apenas para beber. Cozinhar com a bebida fornece sabores atraentes para pratos doces e salgados.

“Adoramos cozinhar com hidromel e nosso site está repleto de receitas que incorporam hidromel”, diz Vanderschee. “Nosso Mabon Mead, que ganhou um prêmio no recente Campeonato Mundial de Vinho, é incrível para cozinhar o peru!”

O chef Thomas Yesdresyski, da Sooke Harbour House, também descreve o hidromel como: “Uma excelente musa culinária”. Ele e sua equipe o usam de várias maneiras.

Por que não encher sua cozinha com o aroma maravilhoso do hidromel e salvar uma abelha incorporando o hidromel ao seu repertório culinário?

Autor: Pamela Durkin

Tradução: Alexandre A. Peligrini


Fonte: https://www.vicnews.com/life/mead-for-the-ages/

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10 Coisas que você não sabia sobre o Hidromel

10 Coisas que você não sabia sobre o Hidromel

Você já se perguntou com qual poção poderosa os vikings se fortaleceram quando cruzaram os oceanos? Ou o que o rei Midas estava bebendo em sua taça de ouro? A resposta está com a humilde abelha – e o doce elixir que ela ajudou a produzir por milênios.

O hidromel pode ser o ancestral de todas as bebidas alcoólicas. É apreciado por todos os tipos de público: da realeza, heróis épicos de ficção e até mesmo deuses gregos. Mas sua popularidade ainda cedeu sob o peso da história… até agora. Essa antiga bebida está encenando um retorno triunfante, e você precisa saber sobre o que é todo esse burburinho.

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O primeiro lote de hidromel provavelmente foi um feliz acidente. Imagem: Eco Artware

1. O HIDROMEL EXISTE EM SUA PRÓPRIA CATEGORIA DISTINTIDA, COMO A SIDRA.

O hidromel é fermentado com três ingredientes básicos: mel, fermento e água. Não é classificado como cerveja ou vinho no sentido típico, mas se distingue em sua própria classificação de bebida alcoólica. Você pode ouvir que o hidromel é referido como um vinho mel. Não é bem assim. O hidromel é criado por fermentação de mel, enquanto o vinho é feito de uvas fermentadas. E embora o hidromel seja frequentemente aromatizado com várias frutas, isso não o torna um vinho.

2. É POSSIVELMENTE A BEBIDA ALCOÓLICA MAIS ANTIGA DA TERRA.

Vasos de cerâmica chineses datados de 7000 a.c. sugerem evidências de fermentação de hidromel que supera tanto o vinho quanto a cerveja. O primeiro lote de hidromel provavelmente foi uma descoberta casual: os primeiros forrageiros provavelmente beberam o conteúdo de uma colméia inundada de água da chuva que fermentou naturalmente com a ajuda de leveduras transportadas pelo ar. Uma vez que o conhecimento da produção de hidromel estava em vigor, a bebida doce tornou-se globalmente conhecida, popular entre os vikings, maias, egípcios, gregos e romanos.

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O hidromel era considerado uma poderosa ambrosia pelos antigos gregos. Imagem: Bedore Tours

3. O ELIXIR DE OURO FOI CONSIDERADO A BEBIDA DOS DEUSES.

Referido como “néctar dos deuses” pelos antigos gregos, acreditava-se que o hidromel era orvalho enviado dos céus e recolhido pelas abelhas. Muitas culturas europeias consideravam as abelhas como mensageiras dos deuses, e o hidromel era, portanto, associado à imortalidade e a outros poderes mágicos, como a força e a inteligência do nível do Olimpo. Por essa razão, o hidromel continuou a influenciar fortemente as cerimônias gregas, mesmo após seu eventual declínio na popularidade de bebidas.

4. SOB O TEMPO? TOME UMA TAÇA DE HIDROMEL.

Não há necessidade médica nos dias de hoje, mas certos tipos de hidromel feitos com ervas ou especiarias foram usados ​​medicinalmente no início da Inglaterra. A infusão de ervas em um hidromel doce as tornou mais agradáveis, e diferentes variedades foram pensadas para melhorar a digestão, ajudar na depressão e aliviar a boa e velha hipocondria. Estes tipos de ervas, são chamadas Metheglin, derivada da palavra galesa para medicina.

5. O SABOR DO HIDROMEL VARIA MUITO DEPENDENDO DO TIPO DE MEL.

Uma única abelha produz um décimo de uma colher de chá de mel por dia. Como a maioria dos hidromeis requer até dois litros do material doce, cada gota é preciosa. O mel usado determina o sabor geral do hidromel e pode variar de acordo com uma dieta específica de néctar e pólen de uma abelha. O hidromel tradicional geralmente usa um mel suave, como a flor de laranjeira, o trevo ou a acácia, mas as flores silvestres, as amoreiras e os méis de trigo-sarraceno produzem ótimos resultados com grãos mais resistentes e condimentados.

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Explore cada ramo da árvore genealógica do hidromel, incluindo melomel e cyser. Imagem: Desert Living Today

6. O HIDROMEL É INCRIVELMENTE DIVERSO.

Doce, seco, ainda ou espumante – todos descrevem variedades de hidromel. Mas vá um pouco mais longe na árvore genealógica do hidromel e você conhecerá alguns dos parentes mais excêntricos. Você já conhece Metheglin, mas não se esqueça do Melomel, um hidromel que contém suco ou frutas como amoras e framboesas. Então há o Cyser, um hidromel à base de maçã; Acerglyn, feita com xarope de bordo; Braggot, mistura de cerveja / hidromel preparada com lúpulo ou cevada; Rhodomel, um estilo muito antigo atado com rosas e outros mais.

7. VOCÊ ENCONTRARÁ FREQUENTES REFERÊNCIAS NA LITERATURA CLÁSSICA.

A melhor parte dos Contos de “Canterbury de Chaucer”? Quando o hidromel começa a fluir. No conto de Miller, o hidromel é descrito como o rascunho do povo da cidade e usado para cortejar uma dama.

O hidromel também deixou sua marca em outros mundos fictícios. Um pequeno poema épico chamado Beowulf apresenta salões de hidromel dianteiros e centrais: O barulhento salão de hidromel chamado Heorot é atacado pelo monstro Grendel, que motiva Beowulf a lutar.

Até mesmo J.R.R. Tolkien introduz o hidromel na Terra-média. Ele também fez referência a um salão de hidromel como o grande local de encontro de Rohan e a casa do rei. Sumptuosamente decorado com um telhado de palha que parecia brilhar como ouro à distância, o salão de hidromel era um espaço de grande importância e poder.

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Até a rainha Elizabeth tem uma receita favorita de hidromel. Imagem: Organic Authority

8. O HIDROMEL É UMA DAS BEBIDAS PREFERIDAS DA REALEZA.

Sabe-se que a Rainha Elizabeth bebe e ainda mantém uma receita favorita de hidromel feita com alecrim, tomilho, folhas de louro e briar doce. E o rei Midas com seu toque de ouro? Seu túmulo foi descoberto na Turquia e revelou os restos da festa fúnebre do rei. Adivinhe o que foi encontrado nos antigos copos: doce resíduo de hidromel.

Acredita-se também que o hidromel tenha sido a bebida preferida da rainha Sheba e do rei Salomão. É um tipo de hidromel etíope agridoce que pode ser rastreado até o quarto século e ainda é uma bebida popular na região.

9. VOCÊ PODE AGRADECER O HIDROMEL PELA SUA LUA DE MEL.

Pare de chupar ostras: O doce hidromel é o afrodisíaco original.

A origem da “lua de mel” remete à tradição medieval de beber hidromel durante um ciclo da lua cheia depois de um novo casamento. Toda essa “bebedeira” supostamente garantiria uma união produtiva com muitas crianças. Esta apólice de seguro baseada em hidromel foi levada tão a sério que o pai de uma noiva incluiu um mês de hidromel em seu dote.

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Beba como um rei em casa com um kit para fazer hidromel. Imagem: Hi Consumption

10. O HIDROMEL ESTÁ EM ALTA.

O hidromel não é apenas a bebida de deuses gregos e reis mumificados. Existem hoje quase 500 lojas nos Estados Unidos, e o ressurgimento desse suco radiante parece garantido, devido ao interesse contínuo na fabricação de cerveja e da destilação. Alguns sinais promissores: festivais locais de hidromel estão surgindo em todo o país e o chef René Redzepi, de Noma – classificado como o melhor restaurante do mundo – reavivou o interesse da indústria em hidromel ao usá-lo em seus pratos.

Autor: Amanda Marsteller

Tradução: Alexandre Peligrini

Fonte: https://www.liquor.com/articles/10-facts-about-mead/#gs.0vf178

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O crescimento do mercado de hidromel está com tudo!

O crescimento do mercado de hidromel está com tudo!

Uma década após o ressurgimento da cerveja artesanal, o mercado de bebidas alcoólicas testemunha o crescimento no mercado de hidromel. Graças em parte a sabores complexos que variam do doce e um ABV que pode chegar a 18%. A bebida fermentada naturalmente isenta de glúten composta de mel e água está saindo das Feiras Renascentistas e da zona de conforto caseira para o público em geral. Lojas abrem no país todos os dias e os fabricantes estão vendo a demanda dos clientes aumentar dia a dia.

A história está se repetindo e é hora de você escolher o seu bar.

“Embora o hidromel remonte há 9.000 anos, ele é novo para o grande público”, diz Sergio Moutela, proprietário da Melovino. Creditando o interesse dos “millennials” ao artesanal em todo o país e fazendo com que sua região de Nova Jersey seja a de crescimento mais rápido nos EUA e o mais premiado do mundo. “Eles não querem que lhe digam do que gostar. Por outro lado, eles preferem tentar descobrir coisas novas por conta própria. É isso é o mais importante. Não é apenas o que os Vikings bebiam ou o que é servido nos festivais renascentistas. Sua história é respeitada e honrada, mas o futuro do hidromel é aqui e agora”.

Os consumidores também estão interessados ​​no apelo local do hidromel, diz Michelle Spohnheimer, do Buzzed Bee Meadery. Em Iowa, ela possui uma adega que trabalha com produtores locais de mel. “Descobrimos que nossos clientes também apreciam nosso apoio em manter os negócios locais”, diz ela.

Wayne e Michelle Spohnheimer do Buzzed Bee Meadery

O meadmaker Bill Cavender, da Universidade Black Heath, em Richmond, Virgínia, diz que o aspecto local é uma força motriz. Assim como a conscientização dos consumidores sobre a situação das abelhas e da cultura pop, como Harry Potter e outros.

Interesse Crescente

Esse crescente interesse tem em Jeff Herbert, proprietário da Superstition Meadery, o primeiro do ramo no Arizona, a chamar o hidromel de “o menor, mas de mais rápido crescimento no setor de bebidas alcoólicas dos EUA”. E ele vê isso em primeira mão. A Superstition fez 300 galões / ano em 2012, e está em vias de produzir 20.000 galões em 2017. “Esse número vai mais que dobrar em 2018. E em 2019, planejamos produzir 100.000 galões de hidromel e sidra dura” diz ele.

“Acabamos de pegar uma onda com um potencial incrível em uma indústria divertida e sexy”, diz Herbert. “Como membro do conselho da American Mead Makers Association, ajudo a acompanhar o progresso do setor e, nos últimos 18 meses nos EUA, contabilizamos uma nova inauguração a cada três dias”.

 

Crescimento do mercado aquece a produção da Superstition Meadery. Equipe envolta em barris e equipamentos

Superstition Meadery

Michael Faul, da Rabbit’s Foot, diz que quando a empresa começou a produzir hidromel em 1995, haviam 12 vinícolas produzindo. “Fomos a primeira hidromelaria a fazer hidromel, cries e braggots, ou cerveja de mel”, diz ele. Observando, desde então, o aumento da cerveja artesanal e da sidra, “há cada vez mais pessoas pulando na onda”.

Bill Wrobel, da Dragonmead Microbrewery, atribui a abertura de hidromelarias dedicadas em Michigan, com os clientes sendo capazes de ter um gostinho do que o hidromel é, e direcionar os negócios para a cervejaria que ele abriu com seu sogro e padrinho em 1997.

Crescimento Acelerado do Mercado

Outro membro do conselho da AMMA, Moutela também acompanhou o crescimento da indústria. Em 2016, diz ele, o número de lojas nos EUA cresceu para cerca de 280 lojas. Hoje, esse número já é superior a 520.

 

“Com a taxa de crescimento que vimos nos últimos três anos, eu esperaria que houvesse um número suficiente de lojas neste país daqui a 10 anos, a menos que você esteja vivendo sob uma rocha, você certamente saberá e / ou provará o hidromel”, diz ele. “Isso se tornará uma parte normal da conversa e incluída nas mesmas frases como cerveja, vinho e sidra.”

Herbert diz que, embora ninguém conheça todo o potencial do hidromel, ele está confiante de que está aqui para ficar. “Na Superstition, nossa missão é reintroduzir a bebida no mercado, e tudo o que fazemos está a serviço dessa missão. Não estamos sozinhos nesse esforço, e tanto o mercado doméstico quanto o internacional estão entrando nos melhores festivais, bares de cervejas artesanais, lojas de garrafas e cardápios em ótimos restaurantes”, diz ele. “Em cinco anos, aposto que todo consumidor de cerveja artesanal pelo menos experimentará um hidromel”.

Sinergia com pratos e drinks

Wrobel concorda, dizendo que a educação do cliente através de degustações e competições amaducerá o segmento nos próximos cinco anos. Os clientes já estão procurando por hidromeis nos cardápios dos restaurantes, por exemplo.

Isso já está acontencedo, principalmente graças à facilidade de harmonização com pratos. O hidromel do Rabbit Foot Meadery foi o primeiro a ser servido em um restaurante três estrelas Michelin, o French Laundry, na Califórnia, por exemplo. O melomel de morango da Melovino, Solo Fragola Mead, recentemente fez história no James Beard House em Nova York, quando foi o primeiro hidromel a aparecer em um cardápio ao acompanhar um prato de rocambole de galinha-da-índia sobre polenta cremosa.

 

Mel sendo derramado nos fermentadores e pronto para fermentar na fabrica da Melovino

Produção de hidromel na Melovino Meadery

Alta Versatilidade

“O hidromel é super versátil, mesmo que haja doçura”, observa Moutela. “Desde que seja uma doçura equilibrada, com acidez natural e taninos, até mesmo um hidromel doce pode harmonizar incrivelmente bem com a comida. Um exemplo perfeito é que a maioria de nós, em algum momento de nossas vidas, já comeu pizza com refrigerante… Mesmo alguns dos mais doces hidromeis contêm apenas cerca de metade do açúcar de qualquer lata de refrigerante no mercado. Se você acha que pizza e refrigerante combinam muito bem, confie em mim, hidromel e comida são ótimos”.

Faul diz que é essa qualidade de harmonização que torna o hidromel adequado para qualquer cardápio de restaurante. “Hidromel é um ótimo acompanhante para muitos pratos”, diz ele. “É um ótimo mixer em qualquer bar de coquetéis”.

Ou até mesmo um substituto do coquetel, Wrobel diz: “Hidromel é uma bebida que pode parecer um coquetel, sem esforço. Basta abrir a garrafa e experimentar combinações de sabores únicos”.

Herbert diz que com a popularização do hidromel, os restaurantes que o estocam se destacarão entre os concorrentes. “Será uma declaração de que eles são um estabelecimento progressista e que estão à frente das tendências”, diz ele. “Hidromel faz alguns dos deliciosos cocktails que eu já provei, e há um estilo de hidromel que harmoniza perfeitamente com qualquer prato. Mais importante ainda, com um pouco de treinamento de pessoal, o hidromel vende”.

O fato do hidromel ter evoluído desde as suas doces raízes até versões secas e até espumantes, faz com que seja uma venda fácil para um cliente que procura algo diferente.

Apesar de tradicionalmente ser uma bebida feita apenas de mel e água, Moutela ressalta que, mais do que cerveja ou vinho, o hidromel pode ter o sabor de outros ingredientes, como frutas vermelhas ou até café expresso, que podem deixar o produto final seco, semi-doce ou doce.

Os cervejeiros certamente se divertem experimentando. E isso contribui ainda mais para o crescimento do mercado de hidromel. Alguns dos hidromeis mais criativos de Melovino incluem o Nice As Pie, feito com fermentação de mel com sidra de maçã local recém-espremida e envelhecido com canela vietnamita e vagens frescas de baunilha de Madagascar, e o PBJ Sammich, uma pasta de amendoim e geleia feita com amendoim torrado, mel e suco de morangos e framboesas.

A Superstition também faz um hidromel de geléia de manteiga de amendoim, uma bebida gelatinosa com um acabamento suave que Herbert recomenda harmonizar com tudo, desde frango e waffles.

A BBBM, por exemplo, faz um hidromel de jalapeno chamado Sweet Heat que Spohnheimer compara a geléia de pimenta. “O doce do mel combina com o jalapeno fresco, criando uma bebida única e agradável”, diz ela. “Adoramos trabalhar com combinações de sabores incomuns, como amora e gengibre, chocolate e café. Cada lote é pequeno, então nos permite ser criativos e experimentar novas idéias ”.

 

Multidão na festa da cerveja em Copenhagem comprova o crescimento do mercado de hidromel

Celebração da Cerveja Mikkeller Copenhagen 2017

Estilos e gostos para todos

Com tantos estilos e gostos diferentes, os produtores dizem que há, portanto, um hidromel para todos.

“Há uma abundância de hidromel incrível lá fora”, diz Moutela. “Não desista. Você certamente encontrará um novo mundo de sabores que nunca provou antes”.

Herbert ressalta que a etimologia da palavra surpreendente (amazing, em inglês) na verdade encontra suas raízes no hidromel, que já foi servido em um recipiente chamado mazer. É um fato que ele diz que reflete o entusiasmo em torno da bebida em primeiro lugar.

“O crescimento do mercado de hidromel é devido porque é um produto incrível”, diz ele. “O hidromel é delicioso, e a variedade de estilos vai de seco a doce, ainda a espumante, de saboroso à bebida mais complexa que jamais passará pelos seus lábios”.

Herbert diz que não há dia como o presente para dar uma chance ao hidromel.

“Se você não tiver tempo para verificar o que a indústria de hidromel está fazendo, você perderá”, diz ele. “Embora, se você é novo no hidromel, o dia 5 de agosto é o Dia Nacional do Hidromel, assim comece uma nova jornada. Quem sabe o que você vai descobrir?

 

Autor: Meghan Kavanaugh

Tradução: Alexandre A. Peligrini

Fonte: https://upserve.com/restaurant-insider/Best-of-2017-mead-is-poised-to-make-a-big-comeback-in-2018/

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Guia moderno do hidromel

Guia moderno do hidromel

Tire o capacete e a roupa viking porque o hidromel se modernizou. Não mais relegado a feiras renascentistas, a bebida de mel fermentado está surgindo em bares e restaurantes. De novas hidromelarias estão saindo todos os tipos de hidromeis, de secos a doces, para agradar a todos os gostos.

Aqui, tudo que você precisa saber para começar sua jornada com o hidromel.

Uma breve história do hidromel

O hidromel é uma bebida praticamente primordial. Civilizações antigas em todo o mundo, do leste da Ásia até o Mediterrâneo e a África, estavam bebendo muito antes de os vikings ou os frades tipo Tuck. Existe até uma receita documentada de hidromel da antiga historiadora romana Columella, que remonta há 60 dc:

“Pegue a água da chuva e misture um litro desta água com um quilo de mel. Para um hidromel mais fraco, misture um litro de água com 300 gramas de mel. O todo é exposto ao sol por 40 dias e, depois, deixado em uma prateleira perto do fogo. Se você não tiver água da chuva, ferva a água da fonte”.

Na Europa, por exemplo, o hidromel perdeu seu trono para a cerveja e o vinho por volta do século XII. E nos séculos 16 e 17, o destino do hidromel foi selado quando as nações europeias começaram a colonizar a África e as Américas e descobriram a cana-de-açúcar, que rapidamente superou o mel como o adoçante preferido e muito mais fácil de se obter. Por causa disso, o vinho de mel de estilo europeu nunca se consolidou no Novo Mundo – até agora.

Como escolher um hidromel

A variedade de hidromeis atualmente no mercado quase rivaliza com a de licores. Pode ser esmagadora, mas um pouco de terminologia útil irá ajudá-lo a escolher a garrafa certa.

Para ter um gostinho de hidromel em sua forma pura, você pode começar com um hidromel tradicional ou um “Show Mead” que exclua frutas ou temperos adicionais. Se você quiser saboreá-lo sozinho como uma bebida depois do jantar, opte por Sack, que tem uma doçura digna de sobremesa e um teor alcoólico maior.

Se você pretende misturar seu hidromel em coquetéis, a Arley Marks – proprietária da Honey’s, uma nova sala de degustação no Brooklyn, lançada pela Enlightenment Wines – sugere a busca de hidromel seco com frutas ou notas de ervas. “Melomel” refere-se a qualquer hidromel feito com frutas, enquanto “Cyser” é feito especificamente com maçãs, “Morat” com amoras, hidromel “Negro” com groselhas negras e “Pyment” com uvas. Existem também variedades de “Metheglin” que oferecem várias combinações de especiarias e propriedades medicinais.

Como armazenar seu hidromel

Depois de comprar e abrir seu hidromel, lembre-se de mantê-lo na geladeira. “Como o vinho ou o vermute, o hidromel vai oxidar assim que for aberto”, diz Paul Blumer, gerente de bar do The Rogue Gentlemen, um bar de coquetéis em Richmond, Virgínia. “Sempre mantenha na geladeira com uma rolha e tente termina-lo dentro de uma semana ou mais”.

Como beber o hidromel corretamente

Hoje em dia, o hidromel é bebido como um vinho. Na Etiópia, o vinho de mel conhecido como tej é servido em uma berele, que concentra os aromas em um bico fino, e você também pode encontrá-lo servido em copos mazer alemães.

O hidromel pode ser servido à temperatura ambiente ou refrigerado, dependendo do tipo. O hidromel seco pode ser refrigerado como o vinho branco para uma forma de se refrescar, enquanto um hidromel encorpado ou mais doce vai bem sobre o gelo durante uma refeição ou puro como um digestivo depois do jantar. Mas não há regras rígidas sobre isso.

Como elaborar drinks com hidromel

Coquetéis são uma ótima porta de entrada para os céticos do hidromel. De acordo com Blumer, o hidromel é um ótimo substituto para vinho, vinho do porto ou vermute à base de vinho em coquetéis. Mas, ele explica, exatamente como você o usa depende do tipo de hidromel: “Alguns hidromeis sairão doces e melosos como Grand Marnier ou Cointreau, então você poderia usar isso em uma Margarita. Se estiver seco o suficiente, você pode usá-lo para substituir o vermute em um Martini. O hidromel pode ser qualquer coisa. É incrivelmente versátil.

O hidromel é especialmente maravilhoso harmonizado com gin floral, tequilas mais sutis ou aquavits. No Honey’s, por exemplo, o Floralia Gimlet combina lavanda, manjerona com vodka, saquê e limão; uma variação de Negroni apresenta hidromel de groselha vermelha de carmesim; e um hidromel espumante chamado Night Eyes com Spritzes.

Matt Trahan da Sap House Meadery em Ossippee, New Hampshire, sugere a mistura de hidromel com frutas cítricas. “Em geral, o hidromel não tem a mesma acidez que os vinhos, então combiná-lo com uma espécie de cítrico geralmente produz bons resultados, especialmente com grãos mais doces”, diz ele. “Por exemplo, misturamos limas com um pouco de xarope de agave e usamos hidromel de mirtilo para fazer uma “Meaderita””.

Se você estiver misturando um hidromel mais doce, tente equilibrar os sabores fortes de mel com algo amargo. Na Distilled, em Nova York, o diretor de bebidas Scott Kennedy mistura Carroll’s Mead, de Washingtonville, Nova York, com o Campari.

O futuro do hidromel

Embora a mixologia de hidromel ainda esteja em seus estágios iniciais, há coisas empolgantes acontecendo na produção do hidromel que afetarão drasticamente os coquetéis que você vê nos bares mais tops.

Na Honey’s, Marks e seu parceiro Raphael Lyon começaram a projetar hidromeis especificamente para serem usados ​​em bebidas. “Temos um sistema completamente integrado do jardim para a garrafa”, diz Marks. A equipe também está brincando com hidromel destilado, algo semelhante ao vinho aromatizado.

No futuro distante, Trahan espera que o hidromel se torne mais regional à medida que a produção crescer. “O sabor de mel é dependente dos tipos das flores visitadas pelas abelhas”, diz ele. “Diferentes flores afetam o mel, que por sua vez afetam o sabor do hidromel. Acho que veremos a diferenciação por região – hidromel feito com mel da Nova Inglaterra em comparação com o hidromel do noroeste – com flores e agricultura de áreas específicas aparecendo no hidromel”.

Marks diz que é exatamente esse tipo de experimentação que faz do hidromel um campo incrivelmente excitante no momento. Não importa se você está perto o suficiente de uma moderna loja de conveniência para experimentar as últimas invenções ou se está encomendando hidromel on-line para provar em casa, há muitas maneiras de colher a doce recompensa do hidromel.

Fonte: https://www.supercall.com/culture/how-to-drink-mead?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=supercall

Autor: Nicholas Mancall-Bitel

Tradução: Alexandre A. Peligrini

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OldPony agora é membro da American Mead Makers Association

OldPony agora é membro da American Mead Makers Association

A OldPony na sua visão, missão e valores, além da sua proposta de criação de valor da sua marca, profissionalização, capacitação, plano de expansão e contribuição para a consolidação da cultura hidromeleira no Brasil, agora faz parte, orgulhosamente, da AMMA – American Mead Makers Association.

A AMMA é uma corporação americana profissional, científica e educacional sem fins lucrativos, que visa então, a dar voz a indústria hidromeleira e ajudar no fomento do mercado. Esta voz é comunicada através da imprensa, atividades de marketing, relações públicas e trabalhando em questões legislativas. Apoiamos pesquisas e avanços em segurança, sustentabilidade, educação, tecnologia e matérias-primas relacionadas à fabricação de hidromel. A influência política é exercida para garantir tratamento legislativo e regulatório justo. Temos o compromisso de ajudar as empresas de alimentos a produzir hidromeis de qualidade, cultivando novas ideias, publicando informações sobre as melhores práticas e apoiando as competições. A AMMA acredita na promoção da cultura ativa do hidromel, que está prosperando entre os produtores artesanais, os fabricantes de hidromel e os entusiastas desse mercado.

Valores fundamentais:
  • Promover e celebrar a crescente cultura independente, tradicional e inovadora das indústrias artesanais;
  • Fornecer uma voz unificada para defender vigorosamente a indústria de hidromel através de ações legislativas e regulatórias;
  • Promovendo a transparência dentro da Associação;
  • Apoiar e incentivar o prazer responsável do hidromel;
  • Fornecendo administração para a indústria de hidromel;
  • Educando fabricantes de hidromel e consumidores sobre a diversidade, sabor e qualidade do hidromel;
  • Melhorar a saúde econômica das empresas individualmente e coletivamente;
  • Promover práticas comerciais éticas e legais;
  • Construir relacionamentos e colaborando com nossos parceiros do setor.

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É hora de hidromel: O feliz retorno de uma antiga bebida.

É hora de hidromel: O feliz retorno de uma antiga bebida.

Ao relançar a mais antiga bebida alcoólica do mundo, o fundador da Lone Bee espera dar nova vida a bebida.

O reino animal transborda com exemplos cotidianos de empreendimento, desafio e bravura de criaturas grandes e pequenas. No mundo da humilde abelha, o herói da narrativa é a abelha exploradora que se aventura por conta própria em busca de novas fontes de alimento, depois retorna à colméia para passar as instruções para seus parceiros – por meio da dança, não menos.

Este intrépido “cintilar de pés” é música apropriada para o fabricante de hidromel Oren Dalton. Essa é sua inspiração por trás do nome de sua empresa, Lone Bee Mead. A história da Lone Bee é encapsulada no rótulo preto e dourado, trabalho do estúdio de design One Design.

“Tem conotações de se aventurar por conta própria, deixando a segurança da colmeia”, diz Dalton. “Os esforços de uma abelha solitária que beneficiam não apenas a si mesma, mas também a colmeia, e estou tentando fazer algo que não só vai melhorar a mim mesmo, minha família e minha comunidade, mas também a todos os outros.”

O futuro do segmento

Sim, Dalton tem aspirações elevadas. Ele prevê que uma indústria de hidromel se desenvolva na Nova Zelândia para rivalizar com a indústria do vinho. Com os benefícios retornando às comunidades socioeconômicas mais baixas de onde o mel é originado. “Se fizermos o melhor mel do mundo, por que não podemos criar o melhor hidromel do mundo?”

O hidromel é considerado a mais antiga bebida alcoólica do mundo, tendo sido fabricada na África, Ásia e Europa por milhares de anos. Na sua forma mais simples, é feito de mel fermentado e água, e pode ser ainda ou espumante, servido quente ou frio.

Suas raízes antigas podem evocar imagens de deuses nórdicos e banquetes medievais, mas o hidromel fez retornou nos últimos anos. Especialmente nos Estados Unidos, onde se tornou uma bebida de mercado.

Dalton a conheceu pela primeira vez da mesma maneira como muitos de nós a conhecem: através de obras de ficção históricas ou fantásticas. No seu caso, a introdução veio enquanto assistia aos Vikings quando ele estava crescendo, embora para outros pudesse ser o Senhor dos Anéis ou Harry Potter.

Game of Thrones foi creditado pelo ressurgimento da bebida, apesar do hidromel nunca ter sido mencionado no programa.

Como um ávido fabricante artesanal, Dalton decidiu tentar sua mão no hidromel no porão sob sua casa em Auckland.

Desenvolvimento da receita

A receita do Lone Bee Mead foi desenvolvida há nove anos. E, há três ou quatro anos, Dalton estava confiante de que era bom o suficiente para um mercado mais amplo. “Eu pensei: Eu continuo bêbado com meus amigos debaixo de casa, ou eu dou uma arriscada”?

Dalton é banqueiro durante o dia, bem como pai de dois filhos, e começar um negócio novo não passou sem seus desafios. “Se eu tivesse tempo e dinheiro, estaria fazendo isso em tempo integral. É tudo um desafio, para ser honesto, mas a paixão apenas me motiva a seguir adiante”.

Dois lotes já foram preparados comercialmente para a receita de Dalton. Feitos por uma cervejaria contratada de Auckland, usando trevo neozelandês e mel mānuka. O resultado é um hidromel cintilante, seco e refrescante, com um teor de 5,3% de álcool, que é servido em bares em Auckland, bem como vendido pela Fine Wine Delivery Co., Farro Fresh e Moore Wilson.

O mel foi adquirido de um grande fornecedor para garantir quantidade e qualidade. O objetivo, no entanto, é migrar para pequenos fornecedores regionais.

Paixão, qualidade e sustentabilidade

“Eu sou tão apaixonado por isso, porque o melhor mel vem desses lugares socioeconômicos baixos, basicamente onde há mata. Champagne faz as melhores uvas para espumantes, Bordeaux faz as melhores uvas para vinho tinto – bem, nós fazemos o melhor mel silvestre”. Faz sentido.

“A demanda por mel já é alta. Mas se pudermos criar o melhor hidromel do mundo, a demanda aumentará, o que significa mais oportunidades e mais empregos”.

Não só isso, mais abelhas e mais flores são boas para o planeta. Dalton prevê piquetes cobertos de gorse e mānuka. Terras usadas para laticínios intensivo sendo convertida de volta para o mato. O que é uma boa notícia para as nossas nascentes e rios. “Estou apenas atrás da situação ganha-ganha – mais mel, mais abelhas, mais plantas, melhor para o mundo”.

Ele está atualmente trabalhando em algumas novas receitas de hidromel que mostram variedades de mel único – uma versão que “encapsula o verão Kiwi”, e um hidromel feito da variedade kānuka fortemente aromatizada. Ele espera lançá-los no festival Taste of Auckland em novembro e está interessado em experimentar adições de ervas e especiarias.

“Outro objetivo é criar um hidromel mais invernal. Uma versão mais forte, mais como um hidromel tradicional, talvez adicionando citrinos ou um pouco de gengibre.”

Sua visão é que os restaurantes se desenvolvam em áreas de apicultura, servindo comida local para complementar os diferentes hidromeis. Tornando assim, as regiões uma atração para turistas e neozelandeses.

Fonte: https://thespinoff.co.nz/food/beverage/11-09-2018/in-our-hour-of-mead-the-happy-return-of-an-ancient-beverage/

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Ambientalistas estão céticos sobre pesticidas amigáveis a abelhas

Ambientalistas estão céticos sobre pesticidas amigáveis a abelhas

Pesquisadores dizem que uma nova descoberta pode ajudar a criar pesticidas que não matam as abelhas. Mas os críticos dizem que precisamos nos afastar cada vez mais de uma “mentalidade química”.

Cientistas dizem que fizeram um “avanço” que poderia levar a pesticidas amigáveis ​​às abelhas. Mas os ambientalistas argumentam que a única solução é mudar para alternativas orgânicas.

O desenvolvimento é o mais recente debate sobre os neonicotinóides, os pesticidas mais tóxicos para as abelhas e outros insetos.

Pesquisadores do Centro de Pesquisas Rothamsted, da Universidade de Exeter, e da produtora de pesticidas Bayer AG, dizem que suas descobertas, são fundamentais para a produção de pesticidas que protegem as plantações sem causar danos às populações de abelhas.

“Esse conhecimento pode nos ajudar a evitar o desperdício de tempo e dinheiro com pesticidas que acabam com restrições de uso devido à toxicidade intrínseca das abelhas”, disse Chris Bass, da Universidade de Exeter.

Nem todos os pesticidas são os mesmos

O uso de neonicotinóides foi restringido pela União Européia (UE) em 2013. No mês passado, a agência de segurança alimentar da União Européia confirmou que os pesticidas prejudicam as populações de abelhas. Vários estudos anteriores também mostraram que os neonicotinóides afetam os cérebros e corpos de abelhas e outros insetos, alterando seu comportamento e reduzindo sua fertilidade e expectativa de vida.

Mas Lin Field, chefe de bio-interações e proteção de cultivos da Rothamsted Research, diz que os pesticidas não devem ser aplicados da mesma forma e dose.

Fazendeiro aplicando pesticidas em uma plantação

“Alguns neonicotinóides são altamente tóxicos para as abelhas, mas outros têm toxicidade aguda muito baixa”, diz ela. “Cada inseticida precisa ser considerado por seus próprios riscos e méritos, não apenas pelo seu nome”.

Compreender a resistência aos pesticidas

A pesquisa analisou por que as abelhas e zangões resistem a um tipo de inseticida mas não a outros.

As abelhas têm enzimas específicas que as ajudam a metabolizar com segurança os produtos químicos em inseticidas. Pesquisadores descobriram uma subfamília específica dessas enzimas – chamada CYP9Q – responsável pela rápida quebra de certos neonicotinóides.

“Identificar essas enzimas chave fornece ferramentas valiosas para examinar novos pesticidas no início de seu desenvolvimento. Assim, podemos checar se as abelhas podem destruí-las”, disse Bass.

Ralf Nauen, toxicologista de insetos e principal pesquisador do estudo da Bayer, disse que os pesquisadores agora terão mais condições de “entender por que certos inseticidas têm uma alta margem de segurança para as abelhas”.

Ainda assim, é perigoso?

Mas nem todo mundo está convencido. Dave Goulson, da Escola de Ciências da Vida da Universidade de Sussex, disse à DW que sua pesquisa, publicada no ano passado, descobriu que o tiaclopride causa danos significativos as colméias.

“Apesar da menor toxicidade para as abelhas em comparação com alguns outros pesticidas neonicotinóides, há evidências de que o uso de tiaclopride prejudica as colméias em condições de campo”, disse ele. “É menos tóxico, mas aplicado a uma taxa muito maior”.

Emily Marquez, cientista da Pesticide Action Network na América do Norte, também diz que a exposição a pesticidas ainda afetará as populações de abelhas.

“Os neônicos são inseticidas, e a exposição de insetos a esses produtos químicos em geral não será benéfica para a saúde das abelhas”, disse ela à DW.

“A extensão dos efeitos da exposição a estas misturas complexas não é bem conhecida”, acrescentou Marquez.

Nem tudo sobre abelhas

Keith Tyrell, diretor da Pesticide Action Network UK, uma instituição de caridade britânica que promove alternativas aos pesticidas químicos, disse à DW que, embora mais pesquisas sejam sempre bem-vindas, o novo estudo tem um foco “um pouco estreito”.

“Não são apenas as abelhas. Os inseticidas são projetados para matar insetos, então usá-los inevitavelmente irá perturbar os ecossistemas e levar à perda de biodiversidade. Precisamos lembrar que há um padrão aqui”, disse Tyrell. “Nós encontramos um produto, desenvolvemos, lançamos, e depois de alguns anos descobrimos que há problemas”.

Um importante estudo publicado no ano passado no periódico Nature Plants, mostrou que é possível para as fazendas reduzir o uso de pesticidas sem grandes prejuízos.

“Precisamos encontrar uma maneira de mudar nosso modelo agrícola e mudar para métodos não químicos de controle de pragas que funcionam com a natureza. Essas técnicas existem e são eficazes”, disse Tyrell.

Fonte: https://www.dw.com/en/environmentalists-skeptical-of-breakthrough-on-bee-friendly-pesticides/a-4306451

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Não é mais coisa de Hobbits

Não é mais coisa de Hobbits

Em sua recente análise de três estrelas sobre Agern – o restaurante de inspiração nórdica no Terminal Central de Manhattan, do fundador Claus Meyer – o crítico de restaurantes do New York Times, Pete Wells, chamou o hidromel de bebida “estranha”.

“Coisas estranhas estão acontecendo no hidromel”, escreveu Wells sobre a lista de vinhos, que inclui uma seção inteira de hidromel, “uma bebida que é bem estranha para começar.”

É verdade: para a maioria dos americanos, o hidromel é uma bebida desconhecida que geralmente é vista como doce e alcoólica e é frequentemente comparada aos entusiastas de Beowulf e da Renaissance Faire. Mas também faz parte de uma tradição histórica de produção de vinho, que tem sido utilizada em todo o mundo há milênios como forma de fazer uma bebida fermentada.

Hidromeis para provar na Agern de Nova York da esquerda: B. Nektar Tuco-Estilo Freakout, Melovino Swinger, Moonlight Meadery Utopian. Fonte: Agern

De acordo com a American Mead Makers Association (AMMA), o hidromel é uma das bebidas alcoólicas que mais cresce no país pelo grande número de novos produtores. Em 2003, os EUA tinham cerca de 30 produtores. Hoje, há mais de 400, com lojas abrindo em partes do país tão distantes quanto Portland, Richmond, Sul da Califórnia e até o Alasca.

No entanto, os hidromeis comercialmente disponíveis ainda são relativamente raros, e a bebida não foi totalmente adotada em massa. Não há hidromel de “seis pacotes” amplamente vendido, por exemplo, a maneira como há cerveja e até cidra. A nova geração de hidromeis é experimental e funky, infundido com frutas e ervas que adicionam taninos e amargor para equilibrar a doçura do mel.

“Há pressão sobre a indústria para pensar sobre os hidromeis da mesma maneira que pensamos sobre o vinho de uva”, disse Raphael Lyon, um mazer, ou meadmaker, baseado em Nova York. “Eles querem que você tenha dois ou três hidromeis diferentes baseados em dois ou três tipos diferentes de mel”, diz ele.

Mas para Lyon, que faz hidromel sob o nome de Enlightenment Wines, o mel pode ser o fator menos importante.

“As pessoas cometem o erro de pensar no hidromel como um vinho feito de mel e água”, disse ele. “Se você começar na outra direção, verá que o hidromel é uma maneira de colher frutas e ervas e acrescentar mel a elas e fermentar tudo junto. A ideia de apenas mel e água não tem nenhum tipo de autenticidade histórica. ”

Lyon iniciou o Enlightenment Wines em 2009 em um celeiro no Vale do Hudson. Neste verão, ele expandiu para uma pequena instalação de produção em Bushwick, Brooklyn, e abriu uma sala de degustação e um bar de coquetéis no local chamado Honey’s. Lá, o mixologista Arley Marks serve os vinhos de mel secos de Lyon, juntamente com vários coquetéis que contam com hidromel, como o Night Eyes, feito com hidromel, maçãs e cranberries.

Um cara hiper-educado, criativo, com diplomas de arte de Brown e Columbia, Lyon começou a fazer hidromel na década de 1990 como uma maneira de se distanciar do que ele chama de “as redes de comércio que alimentam os sistemas alimentares modernos”.

(Se isso soa um pouco fora do mainstream para um produtor de bebidas comerciais, é: o hidromel parece atrair pensadores livres e forasteiros, como as abelhas são atraídas para, uh, mel.)

Honey’s, a sala de degustação / bar no Enlightenment Wines em Bushwick, Brooklyn. Fonte: Enlightenment Wines

“Eu estava realmente interessado em: Quais são os fundamentos da sobrevivência?’”, Explicou ele. “Não de um senso apocalíptico, mas apenas para saber como era uma fazenda autossuficiente, quais eram as culturas de herança”.

Ele toma uma abordagem filosófica para fazer mel e se vê como parte de uma tradição histórica de vinificação. Ele insiste em usar mel não processado, que é mais rico em nutrientes, para tornar a levedura feliz.

“O papel do mazer é ver o mundo natural”, diz ele, “encontrar os elementos que você deseja preservar e usar o mel como base de açúcar para o processo de fermentação”.

Lyon diz que pensar sobre a cultura moderna da uva é historicamente rica porque “a maior parte do álcool por milênios foi feita a partir de um monte de coisas diferentes.” Para Lyon, essas coisas incluem flores de dente de leão, maçãs silvestres, sabugueiros, bagas de zimbro, lavanda, manjerona, cerejas, rosa mosqueta e flores de sumagre. Estes, encontram utilidades para o hidromel que ele faz.

Meads from Enlightment Wines: C.A.S. Mousse de espumante com cereja, Saint Crimson. Fonte: Enlightenment Wines

“Hidromel feito apenas de mel e água não tem tanino ou estrutura”, disse Lyon. “O uso de ervas e botânicos não fornece apenas um sabor, é fundamental para o processo de fermentação. Ele limpa o vinho e evita a deterioração microbiana” (A levedura e as proteínas são atraídas para os vegetais e depois caem para o fundo do fermentador com o tempo).

Apesar de seu status como uma bebida estranha, o hidromel é uma bebida global.

Na África, onde o hidromel é chamado Tej, é feito com gesho, as raízes secas e os caules de um pequeno arbusto. Os hidromeis-saxões de Beowulf eram tradicionalmente feitos com as flores secas da erva daninha. Há até evidências de que os antigos egípcios e chineses fizeram e beberam bebidas à base de mel.

Mas globalmente, o hidromel não é nem de longe tão popular quanto antes. À medida que a agricultura se tornava predominante, os ingredientes mais facilmente cultivados e colhidos, como a cevada e as uvas, tornaram-se os a escolha preferida pra obtenção dos açúcares fermentáveis​, e o hidromel caiu em desuso. O preço relativamente alto do mel – de até US $ 2 por libra, comparado a centavos por libra de cevada maltada – ainda é a principal razão pela qual a hidromel não desfruta de um sucesso maior.

“Há pressão para os fabricantes de hidromel fazerem uma versão com 6% de álcool – um hidromel realmente doce e gaseificado que seria colocado em pacotes de seis garrafas ou latas”, diz Lyon. “Eu não estou dizendo que teria bom gosto, mas há sempre uma pressão de mercado para fazer isso”. Os hidromeis de Lyon, por comparação, são fortes e secos, com sabores e aromas semelhantes aos do vinho “natural”.

Na Agern, o diretor de bebidas Chad Walsh diz que o hidromel é parte importante na identidade do restaurante.

“É um aceno para as nossas raízes escandinavas”, disse ele. “Muitos dos nossos funcionários são da Escandinávia e seus primeiros contatos com álcool quando crianças era hidromel.”

A lista de bebidas do Walsh é elaborada exclusivamente por vinhos, sidras, cervejas e hidromeis dos EUA. Ele diz que não é tão difícil encontrar bons hidromeis americanos; na verdade, assim como uma cerveja artesanal, os modelos americanos estão liderando uma reinvenção e uma repopularizarão do hidromel em todo o mundo.

Uma das suas garrafas mais populares é um Utopian, um hidromel de US $ 180 do Moonlight Meadery de New Hampshire. Ele é envelhecido por cinco anos em barris usados ​​de Sam Adams que já maturaram as cervejas da Cervejaria Utopias, uma cerveja forte de 29% ABV que tem gosto de madeira. Grosso e doce com notas de baunilha e Bourbon, o hidromel é robusto e tem sabor de xerez.

Walsh admitiu que o hidromel é uma bebida estranha e desconhecida. Mas, ele é com uma grande oportunidade de educação.

“A educação é o nosso maior desafio”, disse ele. “Mas isso é melhor sobre hidromel. O paladar é muito amplo e o espectro de sabores é irrestrito”.

Fonte: https://www.bloomberg.com/news/articles/2019-02-07/the-hottest-dessert-of-the-year-basque-cheesecake-is-burnt

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Não é só para os Vikings: O hidromel está retornando mundialmente

Não é só para os Vikings: O hidromel está retornando mundialmente

Longe de ser uma bebida do passado, o hidromel está se tornando a bebida do futuro na categoria de bebidas premium, de acordo com o relatório do GlobalData.

Embora tenha a reputação de ser a bebida dos deuses e a mais antiga da história, o hidromel não é mais uma bebida antiquada. Mais conhecido pela cultura pop pela sua presença nos filmes medievais e séries de TV, ele tem feito um retorno para a categoria “mainstream”.

300 hidromelarias nos EUA e crescendo

Hidromel é um fermentado de mel. Esse último responsável pelo seu forte e doce aroma. Pode ser feito de várias formas e estilos – tradicional, melomel, frisante, etc – e adotar diferentes sabores enquanto consumido primariamente como um vinho.

Em 2017 a Associação do Produtores de Hidromel dos EUA (AMMA) notou que num período de 18 meses, uma nova hidromelaria inaugurava a cada três dias no país e uma a cada sete dias no restante do mundo. A maioria dessas hidromelarias pesquisadas tinham menos de 5 anos (67%) e poucas com mais de 10 anos (6%).

Nos EUA eram apenas 30 hidromelarias em 2003, crescendo para 300 em 2016 e agora são 400 estimadas em funcionamento.

A AMMA é uma organização sem fins lucrativos comprometida a “apoiar pesquisas e desenvolvimentos e avanços em segurança, sustentabilidade e tecnologia” para a indústria hidromeleira, bem como “criar e padronizar uma regulamentação e legislação justa para as hidromelarias”.

Adaptando-se ao Mercado

Com o crescimento da popularidade das bebidas premium, jovens consumidores estão prontos para abraçar a revolução do hidromel.

“Com os consumidores se voltando para atributos artesanais mais complexos, incluindo herança, existe um interesse genuíno nas bebidas artesanais e bebidas premium. Os consumidores se tornaram mais experimentais conforme eles tentam novos nichos e produtos únicos como o hidromel”, diz Charles Sissens, consumidor analista da GlobalData.

A cidra também tem um gosto similar ao hidromel por também ser um produto fermentado e algumas vezes também são gaseificados, explica Sissens. Depois de explodir em popularidade aproximadamente uma década atrás, a indústria da cidra viu altos e baixos. A agência Nielsen reportou e recente introdução da cidra rosé que ajudou a incrementar as vendas dessa categoria no primeiro trimestre de 2018, depois de dois anos de declínio.

Consumidores interessados em bebidas doces e menos alcoolicas – como a cidra rosé – provavelmente correrão a bares sofisticados que adotam bebidas como hidromel em coquetéis. Sissens acredita que o renascimento do hidromel pode ser uma “tremenda oportunidade para os pequenos e grandes produtores” em todo o mundo.

“A indústria do hidromel está apenas começando a decolar no Reino Unido, entretanto, a estratégia parece ser a mesma (como vista nos EUA) – produtos excelentes, com embalagens sofisticadas que ajudam a realçar a natureza premium do produto”.

Fonte: https://www.beveragedaily.com/Article/2018/06/27/Mead-regains-worldwide-popularity-with-a-new-meadery-opening-every-week?utm_source=copyright&utm_medium=OnSite&utm_campaign=copyright

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A bebida dos Guerreiros Vikings pode ajudar a combater doenças?

A bebida dos Guerreiros Vikings pode ajudar a combater doenças?

O futuro “pós-antibiótico” parece aterrorizante, mas aqui está uma coisa que você não imaginava: beber hidromel para manter-se vivo. Uma nova pesquisa sugere que o hidromel, a bebida de vitalidade dos deuses e guerreiros vikings, era um remédio poderoso nos tempos antigos. E com a ciência, podemos melhorar ainda mais.

“Há algumas centenas de anos, as pessoas só viviam até os 30 ou 40 anos”, disse Tobias Olofsson. Ele é microbiologista da Universidade de Lund, na Suécia, ao Gizmodo. “Se você tivesse algo para prevenir infecções, você poderia viver muito mais tempo.”

O hidromel ajuda a combater doenças?

Olofsson acredita que esse algo era hidromel. Sua pesquisa inovadora mostra que bactérias encontradas naturalmente no mel podem combater algums das mais duras infecções resistentes a drogas. Agora, através de sua startup, a ConCellae, ela lidera esforços para desenvolver um hidromel probiótico com as mesmas propriedades medicinais.

As primeiras evidências arqueológicas para a produção de hidromel datam do século 7 a.c. na China. Mas alguns especialistas acham que a humanidade já se inebria com mel desde muito tempo antes. “Pessoalmente, acredito que os humanos sabem como fermentar méis desde que deixaram a África”, disse Ken Schramm. Produtor de hidromel que escreveu o guia moderno definitivo sobre o vinho de mel, ao Gizmodo. Schramm, junto com muitos arqueólogos, especula que nossos ancestrais caçadores-coletores descobriram acidentalmente o hidromel, ao degustar mel fermentado em colmeias, ou adicionando mel a frutas podres como conservante.

Vida longa ao hidromel!

Embora as origens do hidromel continuem indefinidas, não há dúvida de que nossos ancestrais associaram a bebida a saúde e vida longa. Na Grécia antiga, hidromel era a bebida dos deuses, enviada para a Terra dos céus como orvalho. Diz-se que Odin, o deus nórdico da cura e da batalha, ganhou força ao sugar o hidromel de uma cabra quando bebê. E os guerreiros vikings que alcançaram Valhalla seriam recompensados ​​com lotes de hidromel, entregues por lindas donzelas. “Foi o líquido que deu vida em todo o mundo antigo”, disse Schramm.

Mas não foi recentemente que os pesquisadores começaram a se perguntar se a nossa antiga obsessão pelas propriedades curativas do hidromel poderiam ter uma base científica.

Bebida viva

É aí que entra a pesquisa de Olofsson. Na última década, ele vem estudando uma coleção de microorganismos – as chamadas “bactérias do ácido láctico”, ou LABs – que vivem dentro dos estômagos das abelhas, estômagos especiais dedicados à coleta de néctar. Essas bactérias são fábricas vivas de medicamentos, expelindo um conjunto de compostos antimicrobianos que atacam e matam patógenos. Em 2014, Olofsson publicou um estudo mostrando que o mel inoculado com treze LABs poderia tratar feridas crônicas e resistentes a antibióticos em equinos. No laboratório, o mesmo coquetel microbiano elimina patógenos humanos mortais, incluindo a MSRA notoriamente resistente a medicamentos.

“Foi realmente incrível descobrir essas bactérias”, disse ele. “Cada uma carrega armas especiais e juntos são muito fortes”.

Mas os LABs não são encontrados apenas nas abelhas. Eles desempenham um papel fundamental na maturação do próprio mel. “Para produzir mel a partir de néctar, as abelhas precisam reduzir o teor de água, o que leva de dois a três dias”, disse Olofsson. Durante esse tempo, as abelhas regurgitam o néctar, inoculando-o repetidas vezes com suas bactérias intestinais. “Se não fosse pelas bactérias, o mel estragaria na colmeia em apenas algumas horas”, acrescentou Olofsson.

Ciência e história

À medida que o mel amadurece e seu teor de água cai abaixo de 20%, o açúcar e o sal se tornam muito concentrados, e o LAB não pode mais sobreviver. Eventualmente, a colmeia fica com mel maduro e estéril. Mas o mel jovem está carregado com LABs. Assim, de volta aos nossos dias de caça e coleta, é possível que os humanos tenham colhido os benefícios. “Os coletores de mel estavam saindo e pegando mel de árvores que ainda estavam em 25 a 30 por cento de teor de água”, disse Olofsson. “O que eles estavam recebendo era um remédio vivo.”

Além disso, Olofsson suspeita que os antigos coletores de mel involuntariamente fizeram hidromel medicinal através de favos de mel imaturos. “Para retirar todo o mel dos favos, os coletores os colocariam na água”, disse Olofsson. “Depois de um dia ou dois, você tomaria uma bebida alcoólica.”

Produtor degustando a bebida dos guerreiros

Há alguns anos, Olofsson decidiu testar essa hipótese, fazendo hidromel com mel fresco e estudando-o no laboratório. E ele descobriu algo surpreendente: “Descobri que as LABs, passaram de 100 milhões por grama de mel para 100 bilhões para um copo de hidromel”, disse ele.

Uma bebida cheia de bactérias que combatem infecções certamente soa como uma receita para uma boa saúde. Mas não podemos ter certeza sem estudos clínicos cuidadosos. É exatamente isso que Olofsson está fazendo. Escrevendo propostas de subvenção para fazer os testes.

“Começamos a aprender com que tipos de armas os LABs lutam há dez anos”, disse Olofsson. “Se você pode encontrar essas substâncias no sangue quando você bebe o hidromel, então podemos realmente confirmar que encontramos a bebida mais potente do mundo.” Naturalmente, ele está se voluntariando como a primeira cobaia medicinal para beber hidromel.

Futuro da pesquisa

Isso soa animador. Mas quando que o resto de nós experimentaremos esse elixir da vida? Como a pesquisa ainda está em um estágio inicial, Olofsson diz que vai demorar um pouco até que o hidromel probiótico alcance as prateleiras. Enquanto isso, ele também começou a fabricar um vinho de mel mais tradicional, que ele espera vender na Suécia ainda este ano.

Além disso, outros fabricantes de hidromel – a maioria dos quais esteriliza seu produto antes de engarrafá-lo – aguardam as provas concretas antes de se animarem demais com a bebida medicinal. “É difícil dizer se pode haver benefícios para a saúde neste momento”, disse Schramm. Mas ele acha a ideia intrigante, e está ansioso para ver onde pesquisa vai levar.

E se os ensaios clínicos forem tão bem sucedidos quanto Olofsson espera? Bem, ele pode ter realmente descoberto como engarrafar a força de Odin. Se isso não é o auge da realização científica, não sei o que é.

Fonte:

https://gizmodo.com/the-drink-of-viking-warlords-could-help-fight-disease-1759503055?utm_medium=sharefromsite&utm_source=gizmodo_facebook&utm_campaign=sharebar

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Porque a bebida mais antiga do mundo está em ascensão novamente?

Porque a bebida mais antiga do mundo está em ascensão novamente?

11 da manhã de uma quarta-feira não grita exatamente “hora de beber”, mas os clientes já estão esperando ao lado de fora da All Wise Meadery, em Williamsburg. Um cabelo loiro desgrenhado sai pela porta. “Desculpe caras, estamos fechados!”, Ele diz. “Mas volte mais tarde, ok?”

Seus olhos se arregalam e, apesar da decepção, sorriem. Eles têm a metade do seu objetivo alcançado: um vislumbre de Dylan Sprouse.

Há alguns meses, a antiga estrela do Disney Channel e dois amigos abriram o All Wise no mesmo complexo do William Vale Hotel. A empresa tem recebido muita atenção – em parte por causa de quem Sprouse é, mas também porque, uh, hidromel? Aquela bebida de séculos atrás?

Você acha que pode ser estranho ver a antiga estrela do The Suite Life de Zack & Cody andando em torno de tonéis e mexendo com garrafas. Mas ele está tão à vontade que de repente você não pode imaginá-lo em nenhum outro lugar do mundo.

Sprouse começou a fazer hidromel quando era adolescente, em parte porque seu rosto era reconhecível demais para entrar em qualquer lugar. “Como qualquer outro garoto de 16 anos, eu queria beber com meus amigos. Nós não poderíamos ir ao 7/11 e conseguir alguma pessoa mais velha para comprar bebida, então eu decidi que nós podemos muito bem fazê-la ”, diz ele. Mas, por que hidromel? “Porque é muito mais fácil do que cerveja.”

Então ele montou uma loja na garagem de seus pais. Seu primeiro lote tinha muito açúcar, e ele admite que foi “nojento, nojento”. Mas Sprouse ficou viciado – tanto na hora de fazer a bebida quanto em aprender sua história. Ele pode aprendeu sobre seus laços escandinavos, leis feudais sobre o mel e os efeitos do Império Romano. Claro, ele perdeu mais alguns lotes, como um lote de hidromel de alho que ele se refere carinhosamente como “Stinky Boi” (ele ainda o defende dizendo que “se derramar sobre frango, é fodidamente delicioso”). Eventualmente, porém, ele aperfeiçoou sua própria receita e agora sua própria marca.

Conforme cresceu, Sprouse diz que se tornou um ator mais seletivo. O que era bom, porque ele só estava aceitando os trabalhos que queria. Mas ele também estava entediado. Então ele pensou, por que não fazer essa coisa de hidromel em tempo integral? Com a orientação do famoso restaurateur de Nova York Andrew Carmellini, ele abriu o All Wise em parceria com seus dois amigos, Doug Brochu e Matt Kwan. Agora, ele se encontrou como o famoso rosto do movimento do hidromel.

Servindo hidromel em All Wise em Williamsburg.
Foto: Katie June Burton / Cortesia do All-Wise Mead

Você seria perdoado se não soubesse exatamente o que era hidromel. Quando eu coloquei minhas mãos em uma garrafa, eu nem sabia como beber. “Você serve hidromel, temperatura ambiente ou quente?” -Perguntei aos meus colegas de trabalho. Todos eles encolheram os ombros.

Hidromel, muitas vezes chamado de vinho mel, não tem uma definição exata ou receita. “Você verá que este é um ponto bastante debatido”, diz Fred Minnick, autor de Mead: The Libations, Legends e Lore of History’s Oldest Drink. Mas todos os hidromeis têm três ingredientes principais: mel, água e fermento. “Eu realmente trabalho em torno da noção de que o hidromel vem de pelo menos 51% de mel”, acrescenta Minnick. A partir daí frutas, especiarias – e no caso de Sprouse, alho – podem ser misturados. O Hidromel pode ser leve, rico, doce, seco ou salgado.

E de repente, está em todo lugar. Somente em Nova York, há a Enlightenment Wines, também no Brooklyn, inaugurada em 2009, e seu restaurante parceiro, Honey’s, inaugurado em 2016. No Hudson Valley, a Salt Point Meadery foi inaugurada em 2017. A American Mead Makers Association (AMMA) diz que agora há 500 lojas nos Estados Unidos, com uma nova abertura a cada três dias em média.

“Acho que o hidromel está voltando por causa da ascensão da indústria de bebidas artesanais. Você vê cervejarias, destiladores e casas de sidra abrindo-se por todo o país. O hidromel é um produto inexplorado que tem potencial de crescimento ”, diz Douglass Miller, professor da Escola de Hotéis da Universidade de Cornell, à Vogue.

Muitas outras bebidas como o gin, o mezcal e a cerveja viram um renascimento graças a um novo foco na culinária diversificada e dinâmica. Mas com o hidromel, há uma diferença fundamental: enquanto outras bebidas entraram e saíram de moda ao longo das décadas, o hidromel não era popular no mundo ocidental. . . literalmente à centenas de anos.

Muito tempo atrás, estava em toda parte. Acredita-se que o Hidromel seja o mais antigo das bebidas, cujas origens remontam à província chinesa de Henan no sétimo milênio a.c. (Acredita-se que o primeiro lote de hidromel foi criado quando a chuva caiu em um pote de mel.) Praticamente toda cultura antiga o bebeu até certo ponto: os gregos, os romanos, os vikings, os russos, os poloneses, os etíopes (tej, um tipo de vinho de mel, ainda é a bebida nacional na Etiópia). Há referências a isso na Bíblia, em Chaucer, em Aristóteles, em Beowulf.

Este também é responsável pelo termo “lua de mel”: servido em excesso nos casamentos, os recém-casados ​​costumavam beber durante todo um ciclo lunar (um mês) depois da cerimônia de casamento, na esperança de que uma criança nasceria nove meses depois.

Por que caiu em desgraça? Havia algumas novas leis tributárias, bem como uma maior disponibilidade de açúcar das Índias Ocidentais no século XVII, que tornava o mel mais difícil e menos necessário de ser obtido. Mas também foi o surgimento de outras bebidas – cerveja e vinho – que realmente fizeram isso.

“O hidromel parece cair quando as demais bebidas se tornaram mais amplamente disponíveis, por isso estamos olhando para um período entre os anos 1700 e 1800. Hidromel era difícil de fazer, especialmente em 1700, quando você não tinha o equipamento para obter mel”, diz Minnick. “Vamos lembrar que as abelhas protegem suas colmeias e elas vão acabar com você se você não as estiver fumegando e vestindo a roupa apropriada”.

Como a agricultura em geral, a fabricação de mel desde então se modernizou, facilitando a distribuição para as lojas. E como consumidores curiosos procuram por novas bebidas para experimentar, parece que o hidromel oferecerá uma opção infinitamente variada. Mas terá poder de permanência? “O desafio que a indústria de hidromel terá, é colocar seus produtos nas mãos de um consumidor em um mercado já lotado”, diz Miller. Afinal, há dez vezes mais cervejarias nos EUA do que hidromelarias. Ainda assim, mais de 100 novas hidromelarias estão em obras, informa a AMMA.

Embora os “mazers” talvez nunca consigam atingir tanta gente como os produtores de cerveja, eles parecem dispostos a criar um nicho duradouro para os muitos sabores de sua bebida – bem, exceto talvez para o Stinky Boi.

Fonte: https://www.vogue.com/article/why-mead-is-popular-again

Tradução Livre

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França se torna o primeiro país da Europa a proibir todos os cinco pesticidas exterminadores de abelhas

França se torna o primeiro país da Europa a proibir todos os cinco pesticidas exterminadores de abelhas

A França deu um passo radical no sentido de proteger sua população de abelhas, tornando-se o primeiro país da Europa a proibir todos os cinco pesticidas que os pesquisadores acreditam estarem matando os insetos.1 A proibição foi recebida com aplausos dos apicultores e com duras críticas dos agricultores.

Os pesticidas neonicotinóides, às vezes chamados de “neônicos”, representam um risco para as abelhas, de acordo com avaliações divulgadas pela Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) no início de 2018. Uma revisão da EFSA através de “uma quantidade substancial de dados” em muitos casos, é provável que as abelhas que se alimentam da lavoura tratada no campo, bem como na sua vizinhança, estejam expostas a níveis prejudiciais dos pesticidas neonicotinóides. Isso ocorre porque o pólen e o néctar da cultura tratada contêm resíduos de pesticidas e as plantas na vizinhança também podem estar contaminadas”.2

A proibição da França abrange todos os cinco pesticidas neônicos usados ​​pelos agricultores (clotianidina, imidaclopride, tiametoxam, tiaclopride e acetamipride). A proibição abrange o uso em campos agrícolas e em estufas. Essa medida é mais abrangente do que a proibição de três dos pesticidas da União Europeia no final de 2018.1 Essas proibições respondem a evidências de que os pesticidas estão contribuindo para o “distúrbio do colapso das colmeias”, que tem visto as populações de abelhas diminuírem em 90% em algumas áreas. Colônias de abelhas também combatem ameaças de ácaros, vírus e fungos.1

Neônicos tem seu nome de sua química básica que é semelhante à nicotina. Eles são conhecidos como um pesticida sistêmico, frequentemente usado como tratamento de sementes, que viaja através do sistema vascular de uma planta, encontrando seu caminho em todos os tecidos da planta, incluindo o néctar e o pólen.3

De acordo com o Conselho Nacional de Pesquisa, “cerca de três quartos das mais de 240.000 espécies de plantas com flores do mundo contam com polinizadores – insetos, pássaros, morcegos e outros animais – em vários graus para transportar pólen do macho para as partes femininas de flores para a sua reprodução. Os polinizadores são vitais para a agricultura porque a maioria das frutas, vegetais, sementes e outras culturas que fornecem fibras, drogas e combustível são polinizadas por animais. Forragens e feno são polinizadas por abelhas, como a alfafa e o trevo, que também são usadas para alimentar os animais que fornecem carne e produtos lácteos. ”4

O Telegraph relata que as Nações Unidas alertaram que 40% dos polinizadores invertebrados, especialmente abelhas e borboletas, correm risco de extinção global.

Assista abaixo um excelente vídeo sobre como os pesticidas estão causando o colapso das colônias nas abelhas e o efeito dos produtos químicos:

O que os jardineiros domésticos podem fazer para evitar os neonicotinóides?

Pesquisadores da Ohio State University sugerem que, embora muita atenção se concentre no uso agrícola de pesticidas, também é importante reduzir o risco para polinizadores em ambientes urbanos. Isso é especialmente verdadeiro porque a “interface entre os ambientes urbano e rural se torna mais ambígua”.5

Uma primeira linha de defesa em favor das abelhas é comprar sementes orgânicas. Para os jardineiros domésticos que usam mudas, é importante descobrir se elas foram tratadas com o neonicotinóides. Pergunte ao pessoal do departamento de jardinagem de qualquer lugar que você compra mudas, independentemente de terem sido tratadas com estes. A Home Depot prometeu eliminar o uso de neonicotinóides nas plantas que vendem até o final de 2018. A Lowe’s prometeu uma proibição semelhante até 2019.3

O serviço de extensão agrícola da Universidade Estadual de Michigan aconselha: Se você comprar árvores perenes e floridas, remova as flores durante o primeiro verão após o plantio. Além disso, quando você traz para casa novas plantas, você pode liberar algum resíduo neonicotinóide que não esteja fortemente ligado à matéria orgânica no solo, colocando água nos recipientes das plantas por dez minutos depois que a primeira água sair pelos buracos inferiores. Evite pulverizar inseticidas no quintal e no jardim; Nunca pulverize flores. Em vez disso, use sabonetes inseticidas.6

Referências

  1. Samuel H. France Becomes First Country in Europe to Ban All Five Pesticides Killing Bees. 31 August 2018. News Telegraph.
  2. EFAS (European Food Safety Authority). Q&A: Conclusions on Neonicotinoids 2018. 28 February 2018.
  3. Oder T. Neonicotinoids: What home gardeners need to know. MNN. 15 August 2017.
  4. National Research Council. 2007. Status of Pollinators in North America. Summary. Washington, DC: The National Academies Press.
  5. Long EY, Krupke CH. Non-cultivated plants present a season-long route of pesticide exposure for honey bees. Nature Communications. 2016 May 31;7:11629.
  6. Smitley D. Planting garden center flowers is good for bees and other beneficial insects. 25 June 2014. Michigan State University Extension.

Fonte: http://expand-your-consciousness.com/france-becomes-first-country-europe-ban-five-pesticides-killing-bees/

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